O Brasil tem um déficit alarmante de moradias para a população.
Os sem teto, que moram nas ruas, estão em torno mais de 365 mil.
E eles são em maior número na região Sudeste, em São Paulo, Minas Gerais e no Rio de Janeiro.
De olho nessa realidade é que a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) volta este ano a abordar o tema da moradia na campanha da fraternidade.
"Fraternidade e Moradia", este é o tema da campanha de 2026, lançada nesta quarta-feira de cinzas, pelos bispos brasileiros.
O objetivo é propor à Igreja e à sociedade uma reflexão sobre a moradia como condição essencial para a dignidade humana.
Não é a primeira vez que Igreja coloca a questão da moradia em destaque.
Em 1993, a Campanha da Fraternidade trouxe o tema “Moradia” e o lema “Onde moras?”.
Na época a CNBB denunciou a desigualdade urbana e o contraste entre a “cidade legal”, planejada e estruturada, e a “cidade irregular”, marcada por favelas, cortiços, ocupações e moradias precárias.
Tema da Campanha da Fraternidade deste ano surgiu de uma proposta apresentada pela Pastoral da Moradia e Favela.

Hoje ouvi homilia de Missa de Cinzas e o Padre sequer refletiu os objetivos da CF 2026. É o que já comentamos aqui mesmo: A Diocese de Garanhuns não está CAPACITANDO, nem tampouco SUPERVISIONANDO os Serviços Pastorais dos Padres. Continua valendo a OSTENTAÇÃO dos Templos e a subserviência ao Poder Público do Município. Não há amargura maior, que a gente ouvir o Clero orientando o Povo e a gente sentindo que "aquilo" é só da boca pra fora.
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