Os recursos foram distribuídos igualmente por cada escola, nenhuma foi privilegiada.
Mesmo assim não faltaram críticas porque a Acadêmicos de Niterói recebeu R$ 1 milhão, num desfile em que contou a história de vida do presidente Lula.
Na verdade em termos nacionais, comparados aos gastos em outras festas, por parte de prefeituras das capitais e governos estaduais, o Governo Federal (que tem mais dinheiro) investiu uma ninharia.
O governo do Rio de Janeiro e a prefeitura da capital daquele estado, juntos, gastaram mais de R$ 120 milhões no carnaval.
Em Pernambuco o governo de Raquel Lyra e a prefeitura de João Campos somados também ultrapassaram os 100 milhões no apoio aos festejos carnavalescos.
No último São João de Caruaru só a prefeitura do município gastou em torno de R$ 18 milhões com a festa.
A prefeitura de Garanhuns, que municipalizou o Festival de Inverno em 2024, tem investido na faixa de R$ 15 milhões de recursos próprios no FIG.
Assim, os gastos do Governo Federal com o carnaval do Rio não foram lá essas coisas todas.
É importante frisar que eventos como o carnaval, o São João de Caruaru e o Festival de Inverno de Garanhuns dão retorno.
O dinheiro investido volta em dobro, é mais que triplicado, porque essas festas atraem turistas de todo lugar, circula muito dinheiro na economia e os estados e municípios arrecadam mais.
Há um cálculo de que cada real gasto no carnaval pode gerar R$ 7,59 com a geração de emprego e renda. Deve ser por aí mesmo.

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