CAMPANHA DA FRATERNIDADE ALERTA PARA A QUESTÃO DA MORADIA NO BRASIL


O Brasil tem um déficit alarmante de moradias para a população.

Os sem teto, que moram nas ruas, estão em torno mais de 365 mil.

E eles são em maior número na região Sudeste, em São Paulo, Minas Gerais e no Rio de Janeiro.

De olho nessa realidade é que a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) volta este ano a abordar o tema da moradia na campanha da fraternidade.

"Fraternidade e Moradia", este é o tema da campanha de 2026, lançada nesta quarta-feira de cinzas, pelos bispos brasileiros.

O objetivo é propor à Igreja e à sociedade uma reflexão sobre a moradia como condição essencial para a dignidade humana.

Não é a primeira vez que Igreja coloca a questão da moradia em destaque. 

Em 1993, a Campanha da Fraternidade trouxe o tema “Moradia” e o lema “Onde moras?”.

Na época a CNBB denunciou a desigualdade urbana e o contraste entre a “cidade legal”, planejada e estruturada, e a “cidade irregular”, marcada por favelas, cortiços, ocupações e moradias precárias.

Tema da Campanha da Fraternidade deste ano surgiu de uma proposta apresentada pela Pastoral da Moradia e Favela.

O LULA DO GALO, DA BAIANA SYSTEM E O DA SAPUCAÍ


Do jornalista Xico Sá, no ICL Notícias
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No Galo da Madrugada, o maior bloco — em linha reta ou serpenteante — do mundo, compareceu um presidente Lula quase unanimidade no Nordeste. Lá estava o Lula equilibrista, no centro da selfie, com o prefeito João Campos (PSB) em um ombro e a governadora Raquel Lyra (PSD) no outro.

No mesmo palco, Lenine sorria, tirava onda, entre o martelo e a bigorna, coisas da política. A primeira-dama, Janja da Silva, exaltava o diplomático poder do frevo de Pernambuco.

Uma música que possibilita pelo menos 120 passos, segundo a última contagem catalográfica, é capaz de tudo. Só restava ao Lula, arrodeado até por representantes de partidos oposicionistas, aplicar a mágica de Capiba: “De chapéu de sol aberto/ Pelas ruas eu vou/ A multidão me acompanha, eu vou…”

Naquele mesmo sábado, a caravana de Lula seguiu o roteiro da “Vassourinha Elétrica” de Moraes Moreira e resolveu chegar na Bahia. 

E lá estava o Lula que mais incomoda (de fato) a oposição e o antilulismo em geral da avenida. 

O Lula fervilhante qual dendê na panela das Ciras e Dinhas mais soberanas de ontem e de hoje. 

O Lula que aos 80 vai aos pinotes diante do “navio pirata” do BaianaSystem.

Esta é a imagem mais dramática para a turma do contra.

Este é o Lula que até outro dia era dado como um falecido político pelo imortal Merval Pereira na prosopopeia da Globo News.

O Lula que pula incomoda muito mais do que o Lula da saga do retirante ou da sátira ao bolsonarismo, como retratado no Rio pela modesta Acadêmicos de Niterói, ainda emergente do samba de primeira linha.

Na Sapucaí estava o Lula biográfico, uma história brasileira das mais épicas, com todas aquelas assombrações do nosso nordestino passado. Da fome ao papa-figo.

Foi o Lula pau-de-arara que despertou o furor lavajatista do PL, do Novo e do MBL — a doença juvenil e encruada do bolsonarismo. Uma chuva de ações na Justiça Eleitoral, na tentativa de tirar o favorito da disputa, algo como um “bloco da saudade” da República de Curitiba.

O Lula do Galo é o conciliador político de sempre, em modo “frente ampla e irrestrita” para as eleições 2026; o da Sapucaí é o Lula lenda, personagem histórico retratado por escolha dos carnavalescos; o Lula que os mervais & quetais não desejam ver.

A essa altura, porém, é o Lula do circuito do Campo Grande, o Lula de carne e osso, oito ponto zero, que salta como um boneco de mola diante do BaianaSystem.

CSJD REALIZA CARNAVAL E VALORIZA CULTURA PERNAMBUCANA


O Carnaval no Colégio Santa Joana D’Arc foi vivido com muita alegria, criatividade e significado pedagógico. 

Antes do feriado, a escola se encheu de cores, sons e sorrisos, transformando-se em um espaço de celebração da cultura e da expressão social. 

A alegria contagiante dos alunos tomou conta do CSJD, refletindo o entusiasmo de cada etapa dessa vivência tão especial! 

Um dos grandes destaques do Carnaval do Santa Joana D´Arc foram os estandartes.

Cada turma se envolveu ativamente no processo, desde a escolha dos elementos até a confecção final, colocando em prática a criatividade, o trabalho em grupo e o sentimento de pertencimento. 

Na Educação Infantil, as crianças confeccionaram seus próprios brinquedos sonoros, explorando sons, ritmos e movimentos. 

Essa atividade estimulou a coordenação motora, a imaginação e a percepção musical, além de proporcionar momentos de descoberta e encantamento. 

Ao produzir seus instrumentos, os pequenos participaram ativamente da festa, compreendendo o Carnaval como uma manifestação cultural viva e acessível.

O desfile de cada sala foi um momento marcante da celebração. Com seus estandartes de pé, os alunos percorreram a escola com orgulho e entusiasmo, demonstrando o resultado de um trabalho coletivo. 

Mais do que uma festa, o Carnaval no CSJD reafirma o compromisso da escola com a valorização da cultura pernambucana. 

Ao vivenciar essa festa no ambiente escolar, os alunos têm a oportunidade de conhecer, respeitar e preservar as tradições culturais do nosso estado, reconhecendo sua importância histórica e social.

Cultivar a cultura carnavalesca pernambucana é fortalecer a identidade, estimular o senso de pertencimento e formar cidadãos conscientes de suas raízes.

SÉRGIO MURILO - UM CANTOR QUE O BRASIL ESQUECEU


Sérgio Murilo, natural do Rio de Janeiro, foi o primeiro ídolo da chamada música jovem, no Brasil.

No início da década de 60, recebeu o título de "Rei do Rock" e tinha tudo seguir uma carreira de sucessos.

O artista, porém, jovem de classe média,  que estudou direito, brigou com o poderoso chefão da CBS, Evandro Ribeiro. Este engavetou um contrato do cantor e o deixou dois anos na "geladeira", sem gravar.

Sem lançar discos pela CBS nem rescindir o contrato, para buscar outra gravadora, Sérgio foi sendo esquecido e nunca mais voltou a fazer o sucesso dos tempos de "Marcianita" e "Broto Legal", dois dos seus maiores hits.

Azar de Sérgio Murilo, sorte de Roberto Carlos.

Ao brigar com o cantor, o executivo Evandro Ribeiro desistiu de demitir Roberto, então um mero desconhecido, que tinha lançado discos sem nenhuma repercussão.

O diretor da CBS começou a investir em Roberto Carlos como cantor de música jovem e a partir de 1963 este começou a conquistar o público, com músicas como "Splish Splasy" (uma versão feita por Erasmo Carlos), "Parei na Contramão" e "O Calhambeque" (outra versão feita por Erasmo).

Quando a direção da TV Record foi lançar o programa Jovem Guarda, o primeiro nome cogitado pra apresentar o mesmo foi o de Sérgio Murilo.

Terminou não dando certo e "caiu no colo" de Roberto.

Há uma versão de que o nome de Sérgio foi vetado por ser homossexual, fato negado pelos que dirigiam a emissora de TV paulista.

Sérgio Murilo ainda conseguiu fazer relativo sucesso no Peru, nos anos 60 e 70, mas no Brasil caiu no ostracismo.

Morreu em 1992, aos 50 anos,  e segundo a imprensa o único artista conhecido no seu sepultamento foi Agnaldo Timóteo.

JONES MANOEL É CANDIDATO FORTE À CÂMARA FEDERAL


Jones Manoel se tornou conhecido nacionalmente pelos seus vídeos no YouTube e Instagram.

Natural da favela Borborema, no Recife é formado em história, pela Universidade Federal de Pernambuco.

Também na UFPE fez mestrado em Serviço Social.

Atualmente integra os quadros da Universidade Federal de Alagoas, no programa de doutorado.

Político de esquerda, Jones deve disputar um mandato de deputado federal pelo PSOL, este ano e a expectativa é que obtenha uma grande votação.

Na política pernambucana, critica tanto a governadora Raquel Lyra quanto o prefeito João Campos.

GRANDES NOMES DA MÚSICA BRASILEIRA JÁ CANTARAM EM CIRCOS


O circo teve sua época de ouro no Brasil, entre os anos 20 e 50 do século passado.

Até a década de 70 ainda teve força, mas a partir dos anos 80 começou o processo de decadência.

A popularização do cinema e da televisão, na década de 60 fizeram com que o circo perdesse prestígio.

Pelos circos, grandes e pequenos, passaram grandes nomes da canção popular brasileira, como Orlando Silva, Francisco Alves, Vicente Celestino,  Noel Rosa, Silvio Caldas e Roberto Carlos.

Vicente Celestino, na sua música mais conhecida, "O Ébrio", faz uma referência ao circo.

De lá pra cá fui caindo, caindo

Passando para os teatros de alta categoria para os de mais baixa

Até que acabei por levar uma vaia

Cantando em pleno picadeiro de um circo.

Esse é um trecho da canção de Vicente Celestino.

Quando houve a Semana da Arte Moderna no Brasil, em 1922, se fez uma grande homenagem ao circo.

Em 1972 foi criado o Dia do Circo.

A data é uma homenagem à arte circense e, especialmente palhaço Piolin (Abelardo Pinto), que nasceu em no dia 27 de março de 1897 e foi um dos artistas mais famosos e influentes do país. 

GOVERNO GASTA COM O CARNAVAL, MAS É GRANDE O RETORNO FINANCEIRO


O Governo Federal investiu R$ 12 milhões para apoiar a realização do carnaval no Rio de Janeiro.

Os recursos foram distribuídos igualmente por cada escola, nenhuma foi privilegiada.

Mesmo assim não faltaram críticas porque a Acadêmicos de Niterói recebeu R$ 1 milhão, num desfile em que contou a história de vida do presidente Lula.

Na verdade em termos nacionais, comparados aos gastos em outras festas, por parte de prefeituras das capitais e governos estaduais, o Governo Federal (que tem mais dinheiro) investiu uma ninharia.

O governo do Rio de Janeiro e a prefeitura da capital daquele estado, juntos, gastaram mais de R$ 120 milhões no carnaval.

Em Pernambuco o governo de Raquel Lyra e a prefeitura de João Campos somados também ultrapassaram os 100 milhões no apoio aos festejos carnavalescos.

No último São João de Caruaru só a prefeitura do município gastou em torno de R$ 18 milhões com a festa.

A prefeitura de Garanhuns, que municipalizou o Festival de Inverno em 2024, tem investido na faixa de R$ 15 milhões de recursos próprios no FIG.

Assim, os gastos do Governo Federal com o carnaval do Rio não foram lá essas coisas todas.

É importante frisar que eventos como o carnaval, o São João de Caruaru e o Festival de Inverno de Garanhuns dão retorno.

O dinheiro investido volta em dobro, é mais que triplicado, porque essas festas atraem turistas de todo lugar, circula muito dinheiro na economia e os estados e municípios arrecadam mais.

Há um cálculo de que cada real gasto no carnaval pode gerar R$ 7,59 com a geração de emprego e renda. Deve ser por aí mesmo.

BEIJA FLOR DE NILÓPOLIS CELEBRA O CANDOMBLÉ EM CARNAVAL DO RIO


As escolas de samba do Rio de Janeiro este ano fizeram grandes homenagens.

O presidente Lula, o cantor Ney Matogrosso e um dos símbolos do rock no Brasil,  Rita Lee

A Beija Flor de Nilópolis, atual campeã, carioca, celebrou o candomblé, ao levar para a avenida o Bembé do Mercado, sediado em Santo Amaro (BA), terra de Caetano Veloso e Maria Bethânia.

Talvez os evangélicos conservadores, que se sentiram ofendidos com o desfile da Acadêmicos de Niterói, tenham críticas também ao fato de uma das principais escolas de samba do país homenagear a religião de matriz africana.

O carnaval sempre foi uma festa do povo, com muita liberdade, aversão a qualquer tipo de censura.

Que continue assim, sem dar brecha para o fundamentalismo, seja ele político ou religioso.

ACADÊMICOS DE NITERÓI DIVULGA NOTA E REVELA PERSEGUIÇÃO

Escola de Samba que  desfilou no domingo de carnaval, fazendo uma homenagem ao presidente Lula, ao contar sua história de vida, a Acadêmicos de Niterói divulgou, nesta segunda-feira à tarde, uma nota denunciando a perseguição de que foi vítima, antes e durante o desfile.

Eis a nota:

A Acadêmicos de Niterói começa essa mensagem agradecendo, de coração aberto, à sua comunidade. O que vivemos na Avenida só foi possível graças à força do povo, à união dos nossos componentes e ao amor de quem nunca deixou essa escola caminhar sozinha.

Mas é preciso dizer a verdade.

Durante todo o processo carnavalesco, a nossa agremiação foi perseguida. Sofremos ataques políticos, enfrentamos setores conservadores e, de forma ainda mais grave, lidamos com perseguições vindas de gestores do próprio Carnaval Carioca. Houve tentativas de interferência direta na nossa autonomia artística, com pedidos de mudança de enredo, questionamentos sobre a letra do samba e outras ações que buscaram nos enquadrar e nos silenciar.

Não conseguiram.

Mesmo pressionada, a Acadêmicos de Niterói não se curvou. Nos posicionamos, resistimos e levamos para a Avenida um desfile verdadeiro, potente e coerente com a nossa identidade.

A força da nossa comunidade foi o nosso pilar. A aclamação popular foi a nossa resposta. O carinho do público foi o nosso maior prêmio.

Também não ignoramos o histórico conhecido no Carnaval: a narrativa injusta de que “quem sobe, desce”. 

Por isso, reafirmamos com firmeza que esperamos um julgamento justo, técnico e transparente, que respeite o que foi apresentado na Avenida e não reproduza perseguições, interesses ou pré-julgamentos.

A nossa mensagem ecoa clara, forte e sem medo:

EM NITERÓI, O AMOR VENCEU O MEDO 

GLOBO É BOMBARDEADA PELA COBERTURA DO DESFILE DA ACADÊMICOS

A Globo ainda não entendeu que não detém mais o monopólio da informação, como acontecia no passado.

O grupo Globo apoiou o golpe militar de 1964, influiu fortemente na eleição em que Collor derrotou Lula e apoiou o movimento que levou ao impeachment de Dilma Rousseff.

Vivemos, porém, um outro momento e qualquer forma de manipulação da emissora da família Marinho é desmascarada no momento em que acontece, graças a força da internet.

Nas redes sociais e até em portais como o Metrópoles o canal de televisão está sendo acusado de ter tentado esconder o desfile da Acadêmicos de Niterói, por fazer uma homenagem ao presidente Lula.

Segundo os críticos, a Globo começou a mostrar imagens 10 minutos depois que o desfile tinha começado e "escondeu" detalhes importantes do que a Acadêmicos mostrou na Avenida.

Talvez a estação de TV prefira o Flávio,  filho do ex-presidente, que quando estava no poder chamou a Globo de lixo e ameaçou não renovar a cassação do canal, que é uma concessão pública.

AULAS EM CAPOEIRAS RECOMEÇAM NO PRÓXIMO DIA 23


As aulas do ano letivo de 2026 começam em Capoeiras,  na rede municipal de ensino, na segunda-feira, 23 de fevereiro.

Todas as unidades de ensino, tanto na cidade quanto nos povoados e toda zona rural estarão de portas abertas a partir da próxima semana.

A gestão do prefeito Nêgo do Mercado, tendo como secretária de Educação a professora Irece Macedo, tem cuidado bem das escolas e dado todo apoio ao trabalho dos docentes.

Escolas como a do Sítio Imbé e do povoado Riacho do Mel passaram por processo de reformas, de modo a oferecer melhores condições aos alunos e professores.

MORRE MAGNO SOUZA, IRMÃO DO EX-PREFEITO NENÉM


Morreu nesta segunda-feira, no Hospital Mestre Vitalino, em Caruaru, o capoeirense Magno Tenório de Souza, de 60 anos.

Ele teve problemas cardíacos, foi internado, mas infelizmente não resistiu.

Magno era irmão de Maurílio Rodolfo (Neném) prefeito de Capoeiras por dois mandatos.

O corpo será velado na Central de Ailton, em Capoeiras, onde também será sepultado.

Na foto ele com a sobrinha, a advogada Renee Michelle, filha de Renan e Márcia, esta também irmã de Magno.

Os sentimentos dos que fazem o blog a toda família.

DESFILE DE ACADÊMICOS DE NITERÓI IRRITA BOLSONARISTAS


O desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Lula, é o principal destaque da mídia, de ontem para hoje.

Vídeos e reportagens ocupam as redes sociais e sites de notícia, não apenas no Brasil, mas também no exterior.

Na imprensa da Argentina e de países da Europa a homenagem ao petista também repercutiu.

Apresentação da escola carioca, no domingo, foi acompanhada pelo próprio Lula, que ficou em um camarote, na Marquês de Sapucaí.

Na avenida, participaram do desfile artistas como Dira Paes, Paulo Betti e Fafá de Belém.

O samba enredo, as fantasias, as alegorias, foram usados para contar a história de Luiz Inácio de Silva, que saiu de Caetés, então distrito de Garanhuns, para viver em São Paulo.

História é contada pelos olhos de Dona Lindu, mãe do pequeno Luiz, que foi para a cidade grande, fugindo da pobreza, com oito filhos menores.

Além de contar a história de Lula, a Acadêmicos de Niterói ainda fez referências a momentos políticos do Brasil, satirizando o golpe contra Dilma Rousseff e retratando Bolsonaro como um palhaço, na cadeia.

O desfile irritou a direita. Deputados e senadores, como Damares Alves e Sérgio Moro depois do desfile bateram duro no Lula.

Importante ressaltar que o desfile é responsabilidade da escola de samba, certamente o presidente não foi consultado ou influiu no roteiro.

Quem também criticou o presidente e a Acadêmicos foi a ex-primeira dama Michelle Bolsonaro.

Ela repudiou a forma como o seu marido foi mostrado na avenida.

A oposição tentou impedir a apresentação da escola antes e agora deve entrar com ações tentando tornar Lula inelegível.

Possivelmente não terão êxito, uma vez que a homenagem é legal e o desfile não pode ser visto como propaganda eleitoral, principalmente porque não foi promovido pelo governo.

Se houve apoio do estado a Acadêmicos, o mesmo foi dado a outras escolas, como sempre acontece no carnaval.

Vale salientar também que Lula não foi homenageado  somente no Rio de Janeiro.

Neste carnaval ele já esteve no Recife e em Salvador. Nas duas capitais foi recebido calorosamente e até os artistas, como André Rios, reverenciaram o presidente durante a folia.

CRÍTICO MUSICAL JOSÉ TELES ELOGIA PRIMEIRA NOITE DO FESTIVAL DO JAZZ


Jornalista José Teles, um dos caras que mais entende de música em Pernambuco e no Brasil, escreveu um texto caprichado sobre a primeira noite do Garanhuns Jazz Festival.

O crítico musical registrou que o espaço coberto, na Praça Mestre Dominguinhos, estava lotado desde o show de abertura do evento.

Teles destacou ainda o show de Izzy Gordon no festival garanhuense.

"A cantora apresentou um show caprichado em clássicos de fases diversas da MPB, cantou inclusive Accioly Neto. Interpretações com um viés jazzístico . Saiu muito aplaudida", escreveu.

Ele assinalou que  concerto final, com guitarrista Gui Schwab ex-Suricato, surpreendeu com um "aquecimento à altura, para a entrada de Pepeu". 

José Teles  assinalou que Pepeu abriu com o hit Masculino Feminino, de sua fase ultrapop com Baby do Brasil. 

"Mas foi dando protagonismo à guitarra. Fechou a noite de forma apoteótica, com um solo hendrixiano",  finalizou o jornalista.

O Garanhuns Jazz Festival  prossegue até a próxima terça-feira, numa realização da prefeitura e da secretaria de cultura do município.

PRÉVIA CARNAVALESCA REALIZADA EM ANGELIM OBTÉM SUCESSO TOTAL


Troquei algumas palavra com o prefeito de Angelim, Caíque, neste domingo, e ele demonstrou estar feliz da vida com o sucesso da festa de carnaval realizada na cidade, no sábado de Zé Pereira.

Uma multidão prestigiou a folia, no centro da cidade. 

Segundo Marcos Moura, que acompanha de perto tudo que acontece em Angelim, a festa proporcionou o encontro de família, amigos e visitantes.

A cidade passou 30 anos sem promover carnaval e na gestão de Caíque essa prévia é realizada pela Secretaria de Cultura pelo segundo ano consecutivo.

Expectativa agora é que no próximo ano tenha muito mais.

Que o Bloco Mugunzá do Galeguinho  volte a desfilar com sucesso muitas vezes,  daqui pra frente, para alegria de todos os angelinenses.



*Fotos: Fagner Mendes