Os mandantes do assassinato da vereadora foram condenados esta semana, no STF.
Pegaram 76 anos e três meses de prisão em regime fechado.
Mas, se dependesse dos quatro deputados em questão, Chiquinho Brazão teria sido libertado logo depois de ter sido preso preventivamente, em março de 2024.
Duas semanas depois, a Câmara aprovou a manutenção da prisão, mas 129 parlamentares votaram pela sua libertação.
Na ocasião, os deputados André Ferreira, Coronel Meira, Fernando Rodolfo e Pastor Eurico, todos do PL de Pernambuco, votaram para livrar Brazão da cadeia.
Outros seis deputados pernambucanos não se comprometeram na votação da Câmara, preferindo se abster, na hora do voto.
Foram eles: Mendonça Filho (União Brasil), Luciano Bivar (União Brasil), Eduardo da Fonte (PP), Lula da Fonte (PP), Waldemar Oliveira (Avante) e Clarissa Tércio (PP).
Na decisão da Câmara Federal, em 2024, 15 deputados federais pernambucanos votaram para manter a prisão de Chiquinho Brazão.
Foram eles: Carlos Veras (PT), Túlio Gadêlha (Rede), Renildo Calheiros (PCdoB), Clodoaldo Magalhães (PV), Maria Arraes (Solidariedade), Pedro Campos (PSB), Lucas Ramos (PSB), Eriberto Medeiros (PSB), Guilherme Uchôa (PSB), Felipe Carreras (PSB), Iza Arruda (MDB), Augusto Coutinho (REP), Ossésio Silva (REP) e Fernando Bezerra Coelho Filho (União Brasil).





.jpeg)













