Karolaine e Marcos confundiram Kely com uma mulher trans e a agrediram verbalmente.
Em nota, a direção da Rede de Academias informou que encerrou o contrato dos clientes “conforme os princípios e valores da empresa”.
A academia declarou que “repudia qualquer ato de preconceito ou violência” e reforçou seu compromisso em “proporcionar um ambiente seguro, acolhedor e respeitoso para todas as pessoas”.
A empresa assinalou ainda que ao identificar a situação agiu para proteger Kely. Esclareceu também que está colaborando com as investigações.
O caso ocorreu na segunda-feira (26) na academia localizada no bairro de Boa Viagem.
Kely registrou boletim de ocorrência na delegacia por constrangimento ilegal, vias de fato e ameaça.
A Polícia Civil instaurou inquérito e segue com as apurações “até a completa elucidação” dos fatos.

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