Luiz Inácio Lula da Silva começou a lutar pelos direitos dos trabalhadores, desde que era peão de fábrica em São Paulo.
Venceu sua primeira eleição, em 2002, depois de ser derrotado por três vezes.
No poder, não esqueceu sua origem operária, nem os tempos difíceis de criança na zona rural de Caetés, onde nasceu.
O município na época era um dos distritos de Garanhuns.
No final dos anos 70 e início da década de 80, Lula liderou greves monumentais no Grande ABC.
Isso em plena ditadura militar.
Foi preso por lutar pelo povo, mas nunca mudou de lado, nem de partido, de ideologia.
Nunca foi comunista, como o irmão, Frei Chico, mas jamais abandonou o campo da esquerda e progressista, que luta por mais justiça social, melhores condições de vida para todos.
Como presidente Lula fez muito, criou o Samu, o Farmácia Popular, o Mais Médicos, o Minha Casa/Minha Vida, o Pé-de-Meia, o Luz para Todos.
Construiu universidades e institutos federais de educação como nenhum outro presidente.
Valorizou o salário mínimo, criou milhões de empregos, tirou milhares e milhares de família do mapa da fome.
Conseguiu aprovar no Congresso a isenção de pagamento do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês, beneficiando a maior parte dos que vivem de emprego.
Agora, perto de terminar o seu mandato, a 10 dias da eleição, vê ser aprovada no senado a proposta do governo que acaba com o fim da escala 6 x 1.
Nunca, jamais, na história do país, haverá um presidente como Lula.

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