Sari, condenada pela morte do menino Miguel Otávio, de 5 anos, em 2020, tentou processar Luana.
A ex-primeira dama pediu uma indenização de R$ 50 mil, por ter sido criticada pela atriz.
Já perdeu na primeira e na segunda instância.
O Tribunal de Justiça de Pernambuco manteve, por unanimidade, a decisão de primeiro grau que julgou improcedente a ação por danos morais movida por Sari Corte Real contra a famosa. Nas redes, Luana Piovani fez uma série de críticas contra a empresária, condenada em 2022.
"Ela me processou e tava pedindo uma indenização (...) Uma pessoa condenada pela morte de uma criança de 5 anos… E hoje nós tivemos o julgamento da 2ª Instância. Ganhamos na 1ª, ganhamos da 2ª. Sari Corte tem de ser presa e pegar a máxima pena de 12 anos”, detonou Luana Piovani.
Na decisão de 1ª Instância, a juíza Ana Cláudia Brandão de Barros Correia, havia julgado improcedente o pedido de indenização.
Ao analisar o caso, a juíza ressaltou que as publicações de Luana estavam inseridas em um debate público legítimo, relacionado a um tema de inequívoco interesse social.
Sari tinha mais era que ficar quieta. A justiça a julgou responsável pela morte de uma criança e ela se sente ofendida quando alguém "toca o dedo na ferida".
Luana Piovani tem razão: a ex-primeira dama de Tamandaré devia estar presa, já que foi condenada pela justiça.
Como é de família rica está solta, enquanto Mirtes Renata, a mãe do pequeno Miguel, chora até hoje tanto a perda do filho quanto a injustiça.

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