É uma decisão que prejudica a imagem do governo, num ano político, quando se aproxima a campanha eleitoral que tem tudo para ser uma verdadeira guerra este ano.
O assunto começou a ser discutido domingo passado, quando a TV Record divulgou uma reportagem revelando que policiais civis do estado, incluindo três delegados, estavam investigando um secretário da prefeitura do Recife.
A polícia teria agido sem autorização judicial, apesar de ter chegado ao ponto de colocar um rastreador no carro do secretário investigado.
Depois da matéria no Domingo Espetacular, o fato repercutiu em toda imprensa estadual e junto A medalhões do jornalismo brasileiro, como Otávio Guedes, da Globo News, e Reinaldo Azevedo, da Band News.
Até representantes do Ministério Público criticaram a ação do governo, considerando-a suspeita e mesmo ilegal.
Caso a Polícia Federal comprove que o governo agiu mesmo ilegalmente, isso poderá afetar a própria Raquel Lyra, que tem apregoado aos quatro ventos ser uma política diferenciada, honesta.
Na próxima quinta-feira deverá ser divulgada uma pesquisa do Datafolha realizada em Pernambuco, quando saberemos se dois "escândalos" envolvendo o governo terão reflexos políticos.
Pouco antes desse caso de "arapongagem", o governo se enrolou com a denúncia sobre a falta de fiscalização da empresa Logo Caruaruense, pertencente à família Lyra.

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