MARÍLIA VISITA CASTAINHO E ESTIVAS E FALA SOBRE CANDIDATURA AO SENADO


Marília Arraes esteve neste sábado (17) em Águas Belas e depois Garanhuns.

Chegou à Suíça Pernambucana no início da noite e foi para a comunidade quilombola do Castainho.

Fez uma parada na igreja, cumprimentou o padre e quem mais estava no local.

Depois foi ao Sítio Estivas, tendo sido recebida pelos ex-prefeitos Samuel Salgado (Angelim) e Edson Catão (Palmeirina).

Também estavas presentes no local o ex-vereador Marinho e lideranças comunitárias da comunidade de Estivas, além de Luciano, de Lagoa do Ouro.

Marília está bem magra, tanto que chama a atenção. Rejuvenesceu. Parece de bem com a vida, bonita que só artista da Globo.

Nem parece a mesma que disputou a eleição de quatro anos atrás e que fez a campanha grávida.

Ao passar pela estrada de Castainho, que está asfaltada até a igreja, a neta de Miguel Arraes elogiou o trabalho do prefeito Sivaldo Albino.

A seu ver é uma obra importante, por ligar a cidade às comunidades quilombolas do município.

SENADO

Conversamos com Marília sobre a sua pré-candidatura ao senado.

Deixou claro seu desejo de disputar a Câmara Alta.

Segundo ela, tem pesquisa que a coloca 20 pontos à frente do segundo lugar na disputa.

O fato de ser prima de João Campos não é um impeditivo de sua candidatura? - perguntamos a ex-deputada.

Marília Arraes não vê porquê. Explica que os projetos políticos do prefeito do Recife e o dela foram construídos de maneira distinta, sem nada a ver com o parentesco.

Você soma mais do que prejudica,  a pré-candidatura de João ao governo? - insistimos.

A seu ver soma, porque até tem mais intenção de voto, como pré-candidata ao senado, do que João Campos como postulante ao governo.

Marília Arraes admite até ser candidata avulsa ao senado, pelo Solidariedade, partido que está sob o seu comando em Pernambuco.

Neste  caso, poderiam ser três candidatos ao senado no Estado, apoiando João para governador e Lula à presidência da República.

Hoje os mais cotados para compor a majoritária com o prefeito do Recife são o ministro Silvio Costa Filho e Humberto Costa, que disputaria a reeleição.

Marília, então, correria por fora.

Ela não entende os que criticam o fato dela e João Campos estarem unidos.

"Então a gente podia estar em lados opostos,  em 2020 e não podemos estar juntos agora"?, questiona a ex-deputada federal.

Marília é clara e objetiva. Segue fiel ao projeto do presidente Lula. Defende as pautas progressistas. Não vê problema em ser parente do prefeito do Recife.

E acredita que tanto o projeto dela quanto o de João são legítimos.

"Não são projetos familiares e cada um se projetou no Estado de maneira diferente".

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