CACHÊS EXORBITANTES DE ARTISTAS IRRITAM PREFEITOS DO AGRESTE

Na Bahia os prefeitos 
reagiram contra cachês exorbitantes

Prefeitos das cidades de pequeno porte, na região do Agreste Meridional, estão estressados com empresários de cantores (as) e bandas medianas.

É que artistas que normalmente cobram cachê de 20/30 mil por show, aproveitam períodos como carnaval e festas juninas para aumentar de maneira absurda os preços.

Tem cantor que pula de R$ 25 mil para R$ 180 mil, nessas datas.

Se um município for fazer festa de carnaval de quatro dias, com os preços multiplicados fica inviável.

Os prefeitos pensam até em promover um boicote a empresários e artistas que usam dessa prática de super faturar os preços.

Afinal de contas embora festas sejam necessárias, em primeiro lugar está a saúde, a educação, a assistência social.

Na Bahia, no São João Passado, os prefeitos se reuniram e fizeram isso: passaram a boicotar os artistas que querem explorar os municípios.

Isso é com relação a cantores, cantoras e bandas modestas.

Porque as estrelas maiores, nacionais, cobram cachês exorbitantes.

Os prefeitos estão certos. Há de se valorizar a arte, a cultura, a diversão, mas também não se pode aceitar que um artista que cobra R$ 20 mil numa data normal queira receber R$ 150 mil ou mais porque é carnaval. 

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