Alguns insinuam que o petista é cleptomaníaco, capaz de roubar até o vento.
O que ninguém mostra é o produto do roubo.
Terão sido joias, vacinas, as carpas do Planalto, ou algum dos 51 imóveis comprados por uma determinada família, em dinheiro vivo?
Sérgio Moro, quando enganava o Brasil posando de herói, vasculhou a vida de Luiz Inácio da Silva o quanto pôde.
Procuraram vestígios da malandragem debaixo dos colchões, nos guarda-roupas, debaixo das camas, nos armários, nas roupas de Dona Marisa, nos brinquedos dos netos e nos imóveis que não eram dele.
Não acharam nada.
Então, o juiz teve de dar uma sentença fajuta, sem provas, ilegal. Baseada nas convicções de Dallagnol, comparsa do marreco de Maringá.
Mesmo assim prenderam o homem, que ficou quase dois anos numa cela em Curitiba.
O julgamento do imoral foi anulado pela Suprema Corte do país.
Com o nome limpo, Lula aos 76 anos se elegeu novamente presidente da República, derrotando a mentira, o dinheiro público gasto a rodo, as milícias e a Polícia Rodoviária Federal.
Na época em que o perseguiam, podia ter ido para o Uruguai, a Argentina, a França ou mesmo os Estados Unidos.
Não faltaria um país e amigos para recebê-lo. Mas o líder político da esquerda avaliou que fugir era admitir a culpa. E em nenhum momento ele se dispôs a confessar crimes que não cometeu.
Preferiu ficar preso até desmascarar a farsa, o que de fato conseguiu, graças também ao serviço de um hacker que revelou horrores praticados por juízes e promotores.
Leandro Karnal, um dos intelectuais mais bem preparados do Brasil, disse uma vez: "Ou Lula é inocente ou um gênio da dissimulação".
Isso porque, segundo Karnal, não é possível roubar, desviar, e ninguém conseguir achar rastros.
Pois é. Até hoje não acharam. Nem Moro, nem Dallagnol, nem a Polícia Federal.
Aí, quando esses imbecis fazem pela internet acusações sem base, sem provas, a gente não sabe se sente raiva ou pena.
E lembramos da bíblia, na máxima sobre julgamentos: "Perdoa, eles não sabem o que fazem".
A ignorância é uma desgraça. E a maldade, que muitas vezes anda colada à primeira, é pior ainda.

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