Conquistaram a glória, a fama, mas o prestígio literário nunca lhes rendeu dinheiro suficiente para viver com tranquilidade.
O exemplo desses dois imortais da literatura (Graciliano nunca quis saber da Academia) é a prova de que o conhecimento, a cultura, o saber, não valem muito no Brasil.
Vale mais a esperteza, a malandragem, o tino comercial.
Euclides, natural de Cantagalo (RJ) foi jornalista, militar, engenheiro, autor de uma obra monumental, Os Sertões, livro que retrata a tragédia de Antônio Conselheiro e de Canudos.
O escritor Graciliano Ramos nasceu em Quebrangulo, Alagoas.
Morou em Viçosa (AL), Buíque (PE) e Palmeiras dos Índios (AL), cidade da qual foi prefeito.
Dentre suas obras se destacam Caetés, Angústia, São Bernardo, Vidas Secas e Memórias do Cárcere.
Ainda hoje os dois autores são estudados nas universidades, lidos, tiveram suas obras traduzida para diversos países.
Porém tiveram vida difícil, por falta de recursos não puderam cuidar bem da família nem de si próprios.


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