Em 2016, quando decidiu disputar a prefeitura de Caruaru, teve a legenda do PSB negada pela cúpula socialista (daí vem seu rancor contra Paulo Câmara).
Conseguiu ingressar no PSDB com o apoio de Aécio Neves, disputou o segundo turno da eleição contra Tony Gel e ganhou, se reelegendo com folga quatro anos depois.
O candidato do PSB em Caruaru, na eleição em que queimaram Raquel, foi Jorge Gomes, que teve uma votação decepcionante.
Agora, para ficar perto do presidente Lula, que trabalha com a possibilidade de ter dois palanques em Pernambuco, em 2026, Raquel Lyra vai deixar o PSDB, um partido que está se acabando, para se filiar ao PSD.
O Partido Democrático Social tem como líder máximo, no Brasil, Gilberto Kassab, líder de centro-direita.
Raquel, que em 2022 ficou em cima do muro, na escolha entre Lula e Bolsonaro, provavelmente no próximo ano pedirá votos para o candidato do PT a presidente.
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