Governo de Pernambuco

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A DEMISSÃO DO NAZISTA PELO GOVERNO


Por Ricardo Kotscho
De onde surgiu esse Roberto Alvim, nomeado por Jair Bolsonaro para a secretaria especial de Cultura, que virou uma subpasta do Ministério do Turismo, aquele do laranjal?
Ele não saiu do nada, não foi colocado lá pelos “comunistas”, não houve um engano de pessoa.
Era a pessoa certa, no lugar certo, para implantar os sinistros planos do governo para destruir a cultura nacional e acabar com a liberdade de expressão.
Não adianta nada demitir sumariamente esse sujeito travestido de Joseph Goebbels, o teórico do nazismo, se os outros todos, a começar pelo presidente e seus generais, pensam como ele.
Alvim apenas cometeu o crime de anunciar publicamente, com todas as letras, o ideário do governo para a cultura, gestado no laboratório de Olavo de Carvalho, o guru no neonazismo brasileiro que chegou ao poder.
Bolsonaro nem deve saber quem foi Goebbels, plagiado literalmente por Alvim, mas sabia exatamente o que o seu secretário pretendia fazer no cargo para o qual foi nomeado.
Em setembro, ele já tinha avisado o presidente que pretendia apresentar um “projeto gigantesco que vai gerar a partir de janeiro um bombardeio de arte conservadora no país”.
Foi exatamente isso que Alvim anunciou na noite de quinta-feira pelas redes sociais e Bolsonaro foi acordado hoje cedo com a violenta reação de toda a sociedade contra o atentado à democracia cometido pelo seu subordinado.
Vestido como Goebbels, falando como Goebbels, com o cabelo gomalinado igual ao de Goebbels, com uma ópera de Wagner ao fundo, o idiota repetiu literalmente as mesmas palavras do ministro da Propaganda do nazismo, e achava que ninguém iria perceber.
Goebbels: “A arte alemã da próxima década será heróica (…) ou então não será nada”.
Alvim: “A arte brasileira da próxima década será heróica e será nacional (…) ou então não será nada”.
Engraçado que ele fala sobre a “próxima década” como se o mandato de Bolsonaro fosse de dez anos. Hitler queria um Reich para dominar o mundo por mil anos.
Pego com a mão na botija, o agora ex-secretário botou a culpa nos assessores, que teriam feito “uma pesquisa no Google e deixaram umas frases para o discurso sobre a minha mesa”.
Vai ficar tudo por isso mesmo?
Se depender do deputado federal Alexandre Padilha (PT-SP), não vai.
“Pediremos o indiciamento deste senhor no crime de apologia ao nazismo. Roberto Alvim escancara o perfil neonazista do atual desgoverno que persegue quem pensa diferente e usa a cultura como ferramenta de difusão de uma ideologia racista, misógina, homofóbica e violenta”.
Pois foi exatamente para fazer isso que Bolsonaro nomeou Roberto Alvim, uma figura subalterna, praticamente desconhecida no meio cultural, um pistoleiro que chamou Fernanda Montenegro de “sórdida” antes assumir o cargo.
Deveria ter sido demitido ali mesmo, antes de preparar seu “projeto gigantesco”.
Para acalmar o Congresso, que se rebelou contra o “pronunciamento” de Alvim, o ministro da Secretaria de Governo, general Luiz Ramos, avisou que o secretário seria demitido, antes mesmo que Bolsonaro se manifestasse.
“Alvim talvez não esteja bem da cabeça”, reagiu Olavo de Carvalho, depois que o estrago estava feito.
Até ele acha que seu discípulo exagerou…
E quem é que está bem de cabeça nesse governo de dementes e ignaros, recrutados no submundo das milícias virtuais, econômicas, clericais, jurídicas, culturais,  policiais e econômicas, tudo o que o país tem de pior?
Esse neonazismo enrustido que perdeu a modéstia, agora está mostrando as caras.
*Fonte: Balaio do Kotscho
*Ilustração: Anarquista.Net

4 comentários:

  1. O totalitarismo dos petralhas causa tédio e nojo. Tem coisa mais ridícula que comunista com trajes de petralha falando mal do nazismo, hein?!?!?! É a mesma coisa do PCC falando mal do Comando Vermelho...

    P.S.: - Lugar de petralhas comunistas, fascistas e nazistas é sentados à mesa comendo a gororoba no bandejão ou a quentinha da cadeia, Haja vista que o linguajar é um só: ROUBAR!!!


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  2. Em um duelo ideológico, não sai vencedor aquele que diz a verdade, mas o que tem a capacidade de convencer seu público de que seu argumento é o correto. Efetivamente, portanto, o poder de persuasão define o vencedor do embate. Com isso, as histórias passam a ser contadas de acordo com as narrativas que prevalecem nos embates ideológicos. Uma das narrativas mais mentirosas adotadas e disseminadas pela esquerda no mundo é a de que o nazismo foi um regime de “extrema direita”. Estas são palavras escritas pelo capacitado jornalista brasileiro que mora nos Estados Unidos, Rodrigo Constantino.

    Claro que o nazismo foi um regime de esquerda, pois não é à toa que o partido de Hitler chamava-se Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães. Winston Churchill, em Memórias da Segunda Guerra Mundial – que lhe rendeu o Nobel de Literatura em 1953 -, escreveu que fascismo e nazismo são irmãos gêmeos, ambos filhos do comunismo. E aqui estamos falando de alguém que estudou cada átomo de Hitler e de seus capangas nazistas, como Joseph Goebbels (o facínora chefe da propaganda nazista), Heinrich Himmler (líder da SS), Hermann Göring, comandante-chefe da Luftwaffe (a força aérea alemã).

    P.S1.: - O jornalista Rodrigo Constantino costuma afirmar que, direita equivale a capitalismo e esquerda equivale a socialismo. Lógico que há variantes, como diz ele, liberalismo e conservadorismo na direita e progressismo e social-democracia na esquerda.

    P.S2.: - O Livro Negro do Comunismo que tem tudo a ver com o nazismo e as esquerdas no mundo inteiro é um livro que nos conta os crimes, o terror e a repressão desses comunistas/nazistas cruéis. Esse regime tão adorado pelos petralhas tornou o crime em massa como uma forma de governo. Há quem diga que a União Soviética, Coreia do Norte, Cuba e Venezuela, juntas, mataram cerca de 100 milhões de seres humanos...

    P.S3.: - Só em Cuba, um pais do tamanho e com uma população igual a do Estado de Pernambuco(cerca de 12 milhões de habitantes) foram fuzilados no EL PAREDÓN DE FIDEL mais de 10 mil pessoas, Além das cadeias estarem superlotadas de presos políticos sem direito a um julgamento justo, pois são condenados a revelia dos tribunais de "justiça"...

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  3. RERRATIFICAÇÃO: condenados À revelia

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