SEBRAE

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domingo, 27 de junho de 2010

JOGO DE PALAVRAS

Além dos jogos bons, das partidas que deixaram a desejar, dos momentos emocionantes, dos golaços, a Copa do Mundo da África vem sendo marcada por frases instigantes, palavras inesperadas disparadas por argentinos, brasileiros, franceses e italianos. Abaixo, um pouco do jogo de palavras presente na 1ª fase do torneio mundial de futebol.

"Se fosse pelo samba, os de amarelo seriam sempre campeões. Só por sorrisos e amizade, o Brasil seria campeão todos os anos", VERÓN, meia da seleção argentina;

"O Brasil é o país da alegria, de festa, de carnaval. Em todo lugar que a gente vai, leva essa alegria. Mas tem uns outros que são amargurados da vida", LUÍS FABIANO, atacante brasileiro, em resposta a Verón.

"Não foi uma mão santa. Foi uma mão santa involuntária. O que vale mais foi a pintura do gol
LUÍS FABIANO, sobre a ajeitada com o braço contra a Costa do Marfim".

"O gol dele foi com o braço. A verdade é que foi muito evidente. Mas o tragicômico foi o que aconteceu depois, o sorriso do árbitro. Contra a Inglaterra, não vi o árbitro rindo", DIEGO MARADONA, comparando o gol irregular de Luís Fabiano com a "Mano de Dios" em 1986.

"Besta, burro, cagão!", DUNGA, técnico do Brasil, dirigindo-se ao jornalista Alex Escobar, da Globo.

"Dunga não apresenta nas entrevistas comportamento compatível de alguém tão vitorioso", TADEU SCHMIDT, apresentador da Globo, condenando o comportamento do treinador.

"Vá tomar no..., sujo filho da p...", NICOLAS ANELKA, em suposta conversa com o técnico da França divulgada pelo jornal L'Equipe.

"Ele tem dirigido os canhões para mim, de uma forma pessoal, direcionada a minha fé. Respeito ele como ateu, mas espero respeito com aquele que professa sua fé através de Jesus Cristo", KAKÁ, meia da seleção, criticando o jornalista Juca Kfouri.

"Kaká se engana e enfiou Jesus onde Jesus não foi chamado", JUCA KFOURI, em resposta a Kaká;

"Se um time aparece em um jogo tão importante como o de hoje com terror no coração e nas pernas e não consegue expressar sua habilidade é porque o técnico não treinou a equipe da forma que deveria", MARCELLO LIPPI, técnico da Itália, tentando explicar o fracasso. (Fonte: Portal UOL).

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