Ela disse que não tem direito de trair a esperança do povo de Pernambuco, que a coloca na liderança em todas as pesquisas de intenção de voto realizadas até agora.
Segundo números recentes de institutos como o Datafolha e DataTrends, Marília tem 40% da preferência popular, enquanto o segundo colocado não chega a 20%. E este ano são duas vagas para o senado.
A neta de Arraes falou que o prefeito do Recife, João Campos, está livre para montar a chapa dele e deixou claro que entenderá qualquer decisão do socialista. Independente da chapa a ser formada pelo PSB, Marília será candidata.
E seja pelo Solidariedade ou PDT, partido com o qual mantém conversações, pedirá votos para Lula e João Campos.
Em certo ponto do pronunciamento feito em Garanhuns, Marília Arraes lembrou que tem três filhas menores. "Quando elas crescerem quero que saibam que a mãe tem posição, sempre esteve do lado certo da história, na defesa dos interesses do povo", frisou.
A ex-deputada mostrou a importância da reeleição do presidente Lula, observando que o petista não pode ficar refém de chantagem da Câmara e do Senado.
Recordou que no tempo da ditadura existia a figura do senador biônico, nomeado pela ditadura, mas hoje não pode ser mais assim, já que a escolha é do povo.
A reunião na Suíça Pernambucana foi organizada por Eudson Catão, ex-prefeito de Palmeirina.
Participaram do encontro lideranças de Garanhuns, Palmeirina, Angelim, São João, Canhotinho, Paranatama, Lagoa do Ouro, Capoeiras, Bom Conselho, Arcoverde, Pedra e São Caetano.

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