Já dizia Magalhães Pinto, ex-governador de Minas Gerais : "Política é como nuvem, você olha agora está de um jeito. Depois você olha novamente e já mudou completamente".
Mas a pesquisa divulgada hoje deve ter causado preocupação no Palácio das Princesas.
Primeiro porque se soma a muita outras que já foram divulgadas, todas com o prefeito do Recife bem à frente da adversária.
Depois porque a Quaest é uma empresa que faz pesquisas nacionais e que firmou seu nome nos últimos anos, tem credibilidade no mercado.
E para piorar as coisas Raquel Lyra caiu 4 pontos de uma pesquisa para outra, pelo citado instituto.
João mantém uma vantagem confortável mesmo sem estar em campanha, como a governadora.
Ele tem se movimentado, claro, faz articulações nos bastidores, mas não roda o estado, como ela, fazendo entregas e subindo o tom do discurso.
Quando o prefeito "botar o bloco na rua", como será?
Isso só saberemos no próximo ano.
A luta, nos próximos meses, vai ser travada sobretudo na Assembleia Legislativa, onde uma CPI pode causar mais desgaste à imagem da ocupante do Palácio das Princesas.
João Campos, acredito, está num momento de administrar os números a seu favor, sem precisar estar se expondo, o que Raquel Lyra vem fazendo, nas ruas e redes sociais.
Está cedo para desespero, mas a governadora passa um pouco a impressão de não aceitar bem a possibilidade de perder a próxima eleição.
Como escrevi acima, tem muito tempo pela frente e a situação pode mudar.
Mas tudo indica não será fácil reverter o quadro desfavorável.
O prefeito do Recife caiu nas graças do povo, tem uma gestão bem avaliada na capital e ser filho de Eduardo Campos, bisneto de Arraes, pesa bastante.
Raquel perdeu a leveza de quando disputou a prefeitura de Caruaru e de quando enfrentou Marília Arraes.
Está tensa, radicalizando o discurso, batendo o tempo todo num partido do qual ela e o pai fizeram parte.
Essa situação parece estar sendo percebida pela maioria do povo pernambucano, o que tem dificultado o projeto de reeleição da governadora.

Membros das Equipes da Governadora, seja nas áreas Social, Agricultura, Saúde, ao contextualizarem sobre as Eleições, tentam apagar a imagem do Prefeito de Recife, utilizando um jargão desidratado, dizendo: "QUEM VAI VOTAR NUM MORTO?" Lógico, referem-se ao Pai de João Campos que foi, sem sombra de dúvidas, o Governador mais atuante politicamente e mestre na arte de Empreender, articular a relação Setor Público com o Setor Privado em Pernambuco. Eduardo Campos, em minha opinião, seria Presidente da República. A Governadora precisa, e creio que o fará, direcionar, dinamizar e divulgar seu trabalho nas localidades utilizando carros de som, panfletos, rádio local. Vejam: Em Paranatama, está sendo construida uma creche. Poucas pessoas sabem. Está sendo instalada a cozinha comunitária e ninguém sabe. Quero aqui registrar mais uma vez, o péssimo trabalho da COMPESA em Paranatama. Há cerca de 2 meses, o Governo do Estado investiu e passamos a receber mais água nas torneiras, mas sem tratamento adequado. Mas já piorou: A água já não chega mais. Pois bem: Se não há trabalho com qualidade e nem comunicação eficiente, a Gestão da Governadora está fadada à uma derrota vergonhosa nas urnas.
ResponderExcluirQuando uma pessoa morre vale ouro né? quando o homem era vivo só metiam língua, agora ficou o filhinho levantaram a bola dele, e metem o pau na governadora, vamos ver hipócritas.
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