Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, em entrevista ontem à noite, no programa Fantástico, igualou o presidente
Jair Bolsonaro a um diabético. Ele disse que têm pessoas que sofrem da doença
de insuficiência de insulina, mas comem doces, exageram e terminam perdendo a
visão ou uma perna.
Mandetta defendeu o isolamento social contra o coronavírus e criticou os
que não estão respeitando as normas do ministério e da Organização Mundial de
Saúde.
Pontuou ainda que o Governo Federal precisa ter um discurso único, pois
segundo ele se o presidente recomenda uma coisa e o ministro outra a população
fica confusa.
Por fim, o Ministro da Saúde fez o alerta: o pico da doença será em maio
e junho, teremos dias ainda mais difíceis pela frente.
Há quem acha que Luiz Henrique está forçando a demissão, para sair como
herói.
Antes de chegar ao Governo Federal, Mandetta era apenas um político de
Goiás, filiado ao DEM, sem tanta
projeção.
Hoje é mais popular do que o presidente e pode ser tornar um nome forte
para a próxima eleição presidencial.
Na contramão da OMS, dos médicos, dos cientistas e do seu próprio
ministro, que na prática lhe passou um “carão” pela inimiga Globo, Bolsonaro disse neste domingo que o vírus já está
passando.
Não é verdade, a cada dia morrem mais pessoas no Brasil e no mundo e o
pior ainda está por vir. Infelizmente.
Deus cuide de todos no planeta. E olhe especialmente para nós brasileiros,
que temos de lidar com dois vírus perigosos ao mesmo tempo.

Vírus mais desgraçado do que o vírus do Socialismo não existe e nós passamos 30 anos sobrevivendo a ele! O virus passou, mas as sequelas continuam deixando um rastro de morte e destruição!
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