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sexta-feira, 5 de junho de 2015

CHUVAS ABAIXO DA MÉDIA EXIGEM ATITUDES SUSTENTÁVEIS DA POPULAÇÃO

Na foto, a Barragem Mundaú.
A precipitação pluviométrica acumulada no período de janeiro a maio de 2015, em Garanhuns, Agreste Meridional do Estado, ficou em apenas 129,9 mm, enquanto que a média dos últimos dez anos foi de 400,1 mm, ou seja, choveu apenas 32,5% do esperado no período. A explicação para isso é que no oceano Pacífico as Temperaturas da Superfície do Mar (TSM) estão mais aquecidas do que o normal, indicando a condição de El Niño – que é um fenômeno causado pelo aquecimento das águas do Pacífico, além do normal, afetando o clima.

De acordo com o secretário de Agricultura e Abastecimento de Garanhuns, Epaminondas Borges Filho, esse volume de chuvas é preocupante. “A quantidade de chuvas que caiu até agora é menor do que no mesmo período em 2012, quando a região passou pela pior seca das últimas décadas”, relembra. O titular da pasta alerta: “Em 2012, os produtores possuíam água nos açudes e reserva de alimentos para o rebanho, como palma, capineira e silagem, o que não observamos agora na maioria das propriedades”, acrescenta.

Sustentabilidade – Diante de tal cenário, a indicação dos técnicos da área ambiental é que a população, tanto da zona urbana, quanto da área rural, possa economizar água em reservatórios e, na utilização diária, economizar na quantidade. As atividades de limpeza da casa, tempo no banho e outros serviços domésticos precisam ser revistos nas residências para que não falte água por um período ainda maior.


A previsão do tempo da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), para o trimestre de maio a julho deste ano é de chuvas abaixo do normal para a Região Metropolitana do Recife (RMR), Zona da Mata e Agreste. 

Secom Garanhuns



Nota do Blog: Entre as bombas que se quebram nos sistemas que abastecem Garanhuns, e os rodízios adotados pelas Compesa, o garanhuense acaba economizando água até sem querer. Sem dúvidas a população procurará ajudar neste momento de dificuldade, mas ela cobra que quando os reservatórios estiverem cheios, isso se reflita em água na torneira, o que nos últimos tempos anda difícil.

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