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sábado, 28 de dezembro de 2013

FERNANDO COLLOR DEFENDE DILMA E DIZ QUE EDUARDO CAMPOS TEM FÔLEGO CURTO

Algoz do PT em 1989, quando derrotou Lula por uma pequena diferença na eleição presidencial, Fernando Collor hoje é um dos fortes aliados do Governo Federal e defende com unhas e dentes a reeleição de Dilma Roussef. “Ela merece um segundo mandato, todos que apostaram contra estão perdendo”, disse o político alagoano em entrevista à imprensa do Sudeste.

Para Fernando Collor, somente se o ministro Joaquim Barbosa entrar na disputa haverá segundo turno, porque ele tem 15% das intenções de voto, de acordo com o Datafolha.

"O senador Aécio já bateu no teto. E a candidatura do Eduardo Campos, mesmo com a Marina, tem fôlego curto", ataca o ex-presidente.

Quem imaginaria, no final dos anos 80 e início dos anos 90 que um dia Collor mudaria tanto? E que o PT estaria de braços dados com ele?

Mas na política tudo é possível. Ideologias à parte, o jogo de interesses vem em primeiro lugar.

6 comentários:

  1. "Mas na política tudo é possível. Ideologias à parte, o jogo de interesses vem em primeiro lugar."
    A cena política de Garanhuns dos últimos 20 anos que o diga.
    Nelson - Garanhuns

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  2. E um magote de idiotas ainda morrem de amores por partidos políticos no Brasil. Estão muito longe da ideologia política dos partidos Democrata e Republicano da terra do tio Sam. No Brasil só existem dois partidos políticos:PM Partido dos Mamadores e PQM Partido dos que Querem Mamar. Fui....

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  3. a quem interessa a opinião de um bandido!

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  4. SEI LÁ,MAS PELO QUE TUDO INDICA,HÁ UMA GRANDE PREOCUPAÇÃO DOS PETISTAS QUANTO AO CRESCIMENTO NATURAL DO GOVERNADOR DE PERNAMBUCO.

    O HOMEM TEM FARO DE POLÍTICA E VEM DAS RAÍZES DO SAUDOSO DR MIGUEL ARRAES DE ALENCAR.O POVO VEM SE CANSANDO DAS POLITICAGENS DE SEMPRE.

    O BRASIL PRECISA ENCARAR AS QUATROS REFORMAS: POLÍTICA,ADMINISTRATIVA,PREVIDENCIÁRIA E A TRIBUTÁRIA.

    Os cientistas políticos avaliam que o eleitor cansou de lero-lero e está à espera de gestos e atitudes. Um deles avalia: “Não há lugar para um caçador de marajás, mas para quem, como o Papa Francisco, dê o exemplo”.

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  5. Os dois principais embates eleitorais de 2014 serão a sucessão presidencial e a briga pelo governo de São Paulo. Protagonistas nos dois embates, PT e PSDB preparam campanhas com mensagens invertidas.

    O petismo dirá que o PSDB, a caminho de completar 20 anos no poder em São Paulo, protege corruptos, faz um péssimo governo e não merece ser brindado com a reeleição de um previsível governador Geraldo Alckmin.

    O tucanato sustentará que o PT, na bica de inteirar 12 anos no poder federal, está com a cúpula condenada e presa, faz o pior o melhor que pode no Planalto e não merece ser presenteado com a recondução de uma gestora precária como Dilma Rousseff.

    O risco que os dois lados correm é o de acabar convencendo o eleitorado de que ambos têm razão. Nessa hipótese a alternância conduziria o poder para as mãos de terceiros ou de terceiras vias. Vai ser uma campanha divertida.

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  6. Quem te viu e quem te vê!
    Ele nem lembra que por muito menos foi banido e os petralhas que ele hoje apoia, continuam por aí impunes. A começar pelo "sapo barbudo" que "não viu e nem sabia"

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