domingo, 22 de julho de 2012

PAI É CONDENADO POR BATER EM FILHA

Este curto artigo, do professor Rafael Brasil, merece uma reflexão:

Um cidadão paranaense foi condenado a cinco meses de prisão por ter dado uma "cinturãozada" numa filha, no mínimo desobediente. Claro, o condenado em questão vai cumprir pena em liberdade, certamente com penas alternativas. Ou seja, se fosse viva, vovó Irenita iria pegar prisão perpétua. Criou quinze filhos, e muito bem. e dava suas pisas, extremamente necessárias. Eu mesmo levei as minhas e nunca fiquei traumatizado com nada. Na maioria das vezes ela tinha razão, pois eu era um menino chato e preguiçoso. A questão de fundo é: Se o estado ainda nem resolveu a questão do saneamento básico, como se intrometer na educação das crianças, que é uma questão essencialmente da esfera privada? Claro, machucar é outra coisa, e sempre foi caso de polícia. Um estado que protege criminosos de colarinho branco e até outros piores, vai dizer como posso educar meu filho? Uma boa palmada, e até uma pisa, desde que não machuque é necessário e pedagógico. Por essas e outras, nos tempos de vovó, quase não existia violência, se comparada aos dias de hoje. O que também existe é uma falsa glamourização da juventude e do jovem. Todo mundo quer ser jovem, ninguém que ser ou ficar velho. Uma imbecilidade, enfim. Como também estão matando Deus, tudo passa a ser possível. Não é Dostoiévski? Daqui a pouco vão pulular denúncias de filhos contra pais nas delegacias, ou instâncias judiciárias deste violento país. Em que os filhos a não serem admoestados em casa, morrem aos montes, nas mãos do aparelho policial, ou mesmo das quadrilhas de marginais, espalhados por todos os rincões deste país , que está se tornando mais infeliz.

12 comentários:

  1. luciano pires de andrade

    qquando se trata de um texto de um fascista de carteirinha como rafael brasil é necessário ler nas entrelinhas .... portanto meu caro roberto almeida pense mil vezes antes de publicar qualquer coisa deste senhor

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  2. (Emanuel Messias diz...)Faz sentido porem ainda acho muito errado bater,isso não impõe respeito e sim medo,e respeito e medo são distintos.oque leva realmente uma criança a determinado comportamento é a postura de quem ele convive,isso está mais do comprovado.

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  3. Eu levei varias surras e hoje sou gente. Hoje com esta porcaria do E.C.A que só proteje o menor bandido e assassinos. Tem uma legião de autoridades para defender estas criaturinhas santinhas de "TIA" e "TIO". Este país vai sofrer as consequências deste a aberração que é o E.C.A., onde o menor e o adolescente pode fazer o que quiser: matar, estrupar, roubar e outras coisas piores que nunca pesei ver. Estes marginais ninguém pode bater, prender ou qualquer punição, eles só têm DIREITO e obrigação NADA.
    Se estes bandidos tivesse mãe e pai daria-lhe uma surra e colocava para estudar para ser gente.

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  4. Fui criada à moda antiga, tomando umas boas palmadas de vez em quando e ouvindo minha mãe dizer que"pau não é santo mas obra milagres" e também nunca fiquei traumatizada nem ando fazendo análise ou tentando me livrar de fantasmas do passado. A diferença está, realmente, em punir e espancar. Toda criança precisa, vez por outra, de uma forma de repreensão mais severa e de algo além do bom exemplo e de uma boa conversa, pois até as mais obedientes e bem coportadas tem seus dias de "pimentinhas", assim como até os melhores e mais pacientes pais perdem um dia a santa paciência que Deus lhes deu. Concordo com o professor que "uma pisa" como eram chamadas as palmadas bem aplicadas da nossa época é pedagógico, pois entre o pensamento de que tudo pode com a certeza de que não há castigo pelas suas más ações e as lágrimas derramadas pela dor de algumas palmadas, tenho certeza que a segunda opção educa trazendo a reflexão e o cuidado maior nos próximos passos, que vale mesmo que seja por medo de apanhar novamente.Claro que sou totalmente contra a violência, mas ninguém melhor do que quem educa com amor e pretende o melhor para os seus sabe o que e como fazer para orientar e indicar o caminho certo. Jaqueline Dantas

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  5. Alessandra Cabral22 de julho de 2012 21:22

    Não concordo em ter que bater para educar... Tenho três filhos, que obedecem a mim e ao pai deles, nos respeitam e nós não batemos neles. A educação que damos a eles é baseada no diálogo, na imposição de limites e no castigo, quando necessário. Desde quando um adulto bate em uma criança e não a machuca?!! Isso é impossível... É irracional agredir uma criança, na hora da raiva, por ser uma pessoa que não tem a menor condição de se defender de uma brutalidade... Quem ainda bate em seus filhos, tente se imaginar no lugar deles, bem menor do que você, sem ter como se defender, sentindo dor... Existem outras formas bem menos estúpidas de educar, principalmente quando somos nós que servimos de exemplos... É revoltante quando vemos cenas de violência contra crianças, em nome da "boa educação"... Violência só gera violência.

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  6. José Fernandes Costa23 de julho de 2012 01:42

    Pai e mãe podem exercer autoridade sem bater nos filhos. - Mas, para isso, precisam ser exemplos, modelos de educador. Basta saber se impor como pai, sem autoritarismo. - Quem é mau exemplo, não tem autoridade ante os filhos. Somente mete medo. - Autoridade não se compra em padarias, nem em mercados. - Vou dar um exemplo muito simples: um tio meu costumava dizer aos filhos: -"Se eu lhe pegar fumando, você engole o cigarro." - Porém, todas as vezes que ele acabava as suas refeições, acendia um cigarro, com a família ainda terminando de comer. - E ficava dando baforadas solenemente na cara de todos os presentes à mesa: filhos, esposa e quem mais fosse. - E todos os filhos daquele senhor, fumavam escondido dele. - Podemos ter autoridade, apenas com firmeza, serenidade e bons exemplos. - Só me lembro de ter dado uma chinelada leve em cada um dos dois filhos que não paravam de "molecar", numa certa tarde de sábado, quando eu tentava dar um cochilo e não conseguia, por causa da bagunça deles. - Basta um olhar, muitas vezes, para um filho entender que seu pai está reprovando alguma atitude sua. - Não precisamos impor medo aos filhos. Precisamos conquistar o respeito dos filhos./.

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  7. Afinal de contas ninguém comentou o principal do artigo do professor Rafael Brasil.Um pai foi condenado a 5 meses de prisão por dar de cinturão em sua filha. É justa essa punição? É exagerada? É errado bater nos filhos ou uma palmadinha pode ser pedagógica como defendem alguns? Existem filhos que levaram surras estupendas de seus pais e nem por isso ficaram traumatizados e os odeiam por isso, outros apanharam muito e se criaram revoltados... Parece que cada caso é um caso! Na minha opinião o ideal é nunca bater, embora a permissividade excessiva hoje esteja criando pequenos monstrinhos; a discussão sobre o assunto é boa e necessária; a meu ver a prisão do senhor paranaense foi um exagero uma vez que tem muita gente cometendo crimes piores por aí e está livre

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  8. (Emanuel Messias diz...)A prova que bater não trás bons resultados,é o terceiro comentário.Saiba senhor anônimo que a maioria desses adolescentes nos quais o senhor diz não ter mãe e pai,tem sim! e em 90% dos casos entram nessa vida exatamente por não terem recebido educação e sim AGRESSÃO.Desculpa mas te acho um ignorante,e é oque menos precisamos para uma sociedade pacifica.Curti bastante os comentários de ALESSANDRA CABRAL e JOSÉ FERNANDES COSTA.

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  9. José Fernandes Costa23 de julho de 2012 16:09

    Telma: só podemos saber se a pena do cidadão paranaense foi justa ou exagerada, se soubermos o que fez a filha dele. - Assim como, precisamos saber como foram aquelas "lapadas" impostas à filha. - Eu conheci um pai, bem de perto, que mandava os filhos pegarem o cinto e se ajoelharem para ele bater neles com o dito cinto. - Fazia isso constantemente com os dois filhos mais velhos. - Até que um dia ele mandou o mais velho, já com 17 anos, pegar o cinto para "apanhar". - Esse filho, mais alto e mais forte do que o pai, meteu-lhe o braço. Aí, o segundo encostou e deram uma surra naquele pai. - E avisaram a ele que, dali em diante, o pai tinha que respeitar a mãe deles. - Porque se não a respeitasse, iria levar mais bordoadas deles. - Foi santo remédio. - Nunca mais o pai bateu nos filhos. - Nem precisou que os filhos batessem nele. - É ISSO./.

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  10. Acho incrível quando essas "pessoas" que defendem a agressão, se dizem não traumatizados. O bêbado nunca se ver bêbado... estudei com esse cidadão e sempre ouvi dele, grandes aberrações. Essa é só mais uma. Coitados!

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  11. José Fernandes Costa23 de julho de 2012 23:54

    A prova de que violência só gera violência é o exemplo daquele pai tirano, que eu citei acima. - De tanto ele humilhar os filhos, mandando que eles pegassem o cinto para serem surrados, o filho mais velho passou a não suportá-lo. - Até chegar o dia em que o próprio filho teve de agredir no pai. - E, num gesto de solidariedade e revolta, o outro irmão veio ajudar a surrar o mau pai e mau exemplo de pai. - Registre-se que depois daquele episódio, que gerou certo desespero dentro de casa, o pai passou a respeitar os filhos. - E, daí em diante, passaram a se entender./.

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  12. Concordo com vc, quando eu era mais novo levei muitas palmadas, agradeço a meus pais por isso, hoje sou uma pessoa decente e como professor educo as crianças, então as palmadas que levei tiveram resultado, não sou bandido e nem me tornei violento, pelo contrário tenho muitos amigos(incluindo meus alunos) e não tenho inimigos.

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