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quarta-feira, 15 de julho de 2009

QUINTETO

O Quinteto Violado surgiu no início da década de 70 e surpreendeu público e crítica desde o primeiro disco em vinil, lançado em 72. A obra, hoje uma raridade de colecionadores, trazia uma versão única de Asa Branca, elogiada pelo próprio Luiz Gonzaga e mais uma porção de artistas de respeito. Acauã, também do "Rei do Baião", também integra o trabalho além de outras canções da autêntica música nordestina. Pouco depois Gilberto Gil, já famoso, fez elogios públicos ao Quinteto, que então passou a ter reconhecimento nacional. Há mais de 40 anos na estrada, o grupo pernambucano tinha no garanhuense Toinho Alves o seu grande líder. O ano passado, o coração traiu o músico, que nos deixou órfãos do seu talento. O segundo disco da banda segue a mesma linha, com ênfase para os nossos ritmos ("Cavalo Marinho chega mais pra gente...") e uma música que tocou bastante celebrando a grande vaquejada realizada anualmente em Surubim. O terceiro vinil foi A Feira, por sinal o primeiro disco que comprei na minha vida. Traz uma bela versão de A Procisssão, de Gilberto Gil, Pau de Arara, de Luiz Gonzaga, e na capa do disco uma visão do alto da feira de Caruaru. E mesmo sem Toinho o Quinteto continua vivo e abre o 19º Festival de Inverno de Garanhuns, nesta quinta-feira, dia 16.

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