Os democratas fizeram maioria na Câmara dos Representantes e no Senado e vão dificultar mais a vida do presidente.
Segundo a imprensa, o resultado sinaliza o descontentamento do eleitorado com a guerra no Irã, que elevou o preço dos combustíveis e do custo de vida.
Também há muita insatisfação com a estratégia agressiva de deportação de imigrantes.
Há ainda quem acredite que a acolhida a Flávio Bolsonaro, fugitivo da justiça brasileira, contribuiu com a rejeição a Donald Trump.
O Partido Democrata conquistou 228 das 435 cadeiras da Câmara, contra 139 dos republicanos.
No Senado, os democratas já garantiram ao menos 54 dos 100 assentos.
E os democratas ainda elegeram governadoras e senadoras negras, uma indígena e até uma palestina.
Mesmo aqui, de longe, deu para perceber que o povo americano se rebelou contra a política do seu presidente direitoso.
Segundo pesquisa Reuters/Ipsos divulgada às vésperas das eleições, Trump tem apenas 32% de aprovação do eleitorado americano.
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