O BOLSONARISMO ENTRE A CADEIA E O AUTOEXÍLIO

Flávio e Eduardo
Alexandre Ramagem

Apesar da expressiva votação obtida no primeiro e segundo turnos da eleição do Brasil, a direita e seus extremistas se encontram numa situação difícil.

Derrotada na escolha mais importante, a do presidente da República, a "seita", como alguns chamam, perdeu quadros importantes que estão no exterior.

Eduardo Bolsonaro era deputado federal. Fugiu para os Estados Unidos e está lá desde 2025.

Perdeu o mandato e se voltar para o Brasil pode ser preso.

Outro que está fora é Alexandre Ramagem.

Foi homem forte da Polícia Federal. Se elegeu deputado, mas da mesma maneira que Eduardo foi cassado.

Se voltar para cá pode terminar atrás das grades.

Paulo Figueiredo é neto do ex-presidente João Batista Figueiredo.

Radical de direita foi para o exterior e não voltou mais, enrolado com questões investigadas pela justiça e Polícia Federal.

Assim como Paulo, Allan Santos é chamado de blogueiro. Ligado ao bolsonarismo, defensor das ideias da "seita", tem problemas com a justiça e teme retornar ao Brasil.

Agora por último, depois de conseguir perto de 60 milhões como candidato a presidente, Flávio Bolsonaro foi fazer companhia ao irmão, nos Estados Unidos.

Fugiu porque tem contas a prestar à justiça e sem foro privilegiado, a partir de fevereiro, pode ser condenado e preso.

Importante frisar que nenhum deles é exilado político. São foragidos. Cometeram crimes e temem responder por eles aqui no Brasil.

Principal líder desse pessoal, Jair Bolsonaro está no Brasil, mas em prisão domiciliar.

Foi condenado pelo STF a 27 anos e mais alguns meses de cadeia.

Chegou a ficar na Papuda, mas devido a problemas de saúde foi transferido para prisão domiciliar.

Com todas essas broncas, vai ser difícil o bolsonarismo continuar forte nos próximos anos. Vamos aguardar e ver no que vai dar.

Paulo Figueiredo
Allan Santos 

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