Mendonça Filho está na disputa pelo PL, partido de Jair Bolsonaro, e oficialmente não faz parte do palanque de Raquel.
Mas ele vinha usando a imagem da governadora na sua propaganda eleitoral, o que desagradou a Eduardo da Fonte (PP) e Túlio Gadelha (PSD).
A coligação das quais os dois fazem parte solicitou ao TRE que fosse proibida a associação entre Mendonça Filho e Raquel Lyra.
O Tribunal acatou o pedido e pelo menos por enquanto o bolsonarista não poderá usar o nome de mainha, como a governante vem sendo chamada pelos seus aliados.
Essa briga interna no campo da direita beneficia os dois candidatos progressistas ao senado, que são Marília Arraes (PDT) e Humberto Costa (PT).
Os dois, por enquanto, estão à frente da maioria das pesquisas que foram divulgadas.
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