Mas o fato é que a governadora de Pernambuco está tendo seu nome cada vez mais vinculado ao de Flávio Bolsonaro, candidato do PL à presidência.
Na convenção do PSD, no domingo passado, partidários de Raquel usavam camisas e postavam faixas associando as imagens da governante pernambucana com o filho do ex-presidente.
Essa realidade levou o candidato da oposição ao governo, João Campos (PSD), a dizer numa entrevista no Portal UOL, nesta segunda-feira (3), que está no time de Lula e sua adversária no time de Bolsonaro.
O ex-prefeito do Recife salientou que Lula já manifestou apoio a sua candidatura e que 86% dos integrantes do diretório do PT de Pernambuco também ficaram ao seu lado.
A governadora Raquel Lyra tem evitado se posicionar sobre essa vinculação que os adversários vêm fazendo e até o momento não declarou se vota em Lula ou no filho de Bolsonaro.

Qualquer pessoa entende que a Governadora é eleitora de Lula e adoraria estar no lugar do seu adversário nessa campanha, ou seja, tendo o apoio do presidente da república e ela não declara voto ou apoio à Flávio Bolsonaro primeiro porque não vota nele e segundo porque ela não quer perder o apoio dos eleitos bolsonaristas e petistas que eventualmente estão insatisfeito com os desmando do Governo Federal.
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