FLÁVIO JOSÉ CONTESTA ARGUMENTOS DA PROMOTORIA PÚBLICA

A promotora Rita e Flávio José

A promotora Rita Tourinho, do Ministério Público da Bahia, disse que o MP não vetou o cantor Flávio José nas apresentações do estado, durante o período junino.

Explicou que foi aplicado um critério técnico para justificar o reajuste no cachê do artista, que passou de R$ 250 mil, em 2025 para R$ 350 mil este ano.

Flávio José deu um depoimento, depois que a promotora se manifestou, explicando que o valor recebido nos shows cobre viagens, alimentação e o pagamento do pessoal que trabalha com ele.

"Preciso pagar as pessoas o que elas merecem e em dia, como sempre faço", salientou o artista.

O cantor disse que gasta a partir do momento que sai de casa e não pode pagar para trabalhar.

Segundo ele, os contratantes demoram seis meses e até um ano para fazer o pagamento. "Tem dois shows do ano passado que ainda não me pagaram", revelou.

Nas redes sociais, se observa que a população majoritariamente apoia o forrozeiro.

E o que revolta, tanto os artistas nordestinos quanto seus admiradores, é o questionamento do cachê de um show de Flávio José por R$ 350 mil, quando Wesley Safadão cobra R$ 1 milhão e 500 mil por apresentação.

Um comentário:

  1. Flávio José está coberto de razão quanto a essa questão, o que me parece injusto por parte do MP é que eles não usam os mesmo critérios pra quem cobra valores absurdos muitos até acima de 1 milhão de reais, e o que é pior pra tocar uma porcaria de música apesar de não vir ao caso!

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