Ele pode ler, em sua cela na Polícia Federal, e cada obra lida poderá contribuir para que eles passe menos tempo na cadeia.
Os advogados do político do PL já solicitaram ao ministro Alexandre de Moraes para que o tempo de prisão seja reduzido pela leitura de livros.
Interessante é que existe uma lista de livros estabelecida pelo sistema penitenciário.
Segundo o jornal O Globo, fazem parte da relação das obras literárias "Ainda Estou Aqui", de Marcelo Rubens Paiva (que deu origem ao filme) e "Crime e Castigo", do escritor russo Fiódor Dostoiévski.
Devem existir mais opções. Mas já pensou se Bolsonaro ler os livros citados. O que acontecerá com a cabeça dele?
O ex-presidente não é muito chegado a livros, uma vez reclamou que eles têm letras demais.
Mas com muito tempo pela frente, quem sabe adquire o saudável hábito da leitura.
Lula, quando esteve preso em Curitiba, leu muito na cela em que ficou trancafiado.
Quando ganhou a liberdade parecia ter feito um curso superior.
Quem sabe o outro aproveita a chance de melhorar com a leitura. Nunca é tarde para aprender alguma coisa.

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