Ela pensa na reeleição 24 horas por dia. Provavelmente até quando está dormindo. Deve sonhar politicamente.
O Festival Pernambuco Meu País, que este ano foi levado a 10 cidades do Estado, serviu de palanque para a governadora. Ela até subiu nos palcos e discursou. Logicamente, sem falar em votos.
Programa "Ouvir Para Mudar", realizado em 12 municípios, reuniu prefeitos, vereadores, deputados e possíveis eleitores.
Raquel aproveitou os encontros, no interior e capital, para anunciar investimentos, obras.
Toda essa movimentação visa reverter o quadro favorável ao prefeito do Recife, João Campos.
O gestor recifense, do seu lado, se movimenta menos do que a adversária.
Ele é prefeito, governa uma cidade, não tem a mesma liberdade de Raquel para andar pelo interior.
Assim, João está no modo espera. Resta aguardar que chegue abril de 2026.
É quando ele poderá se desincompatibilizar do cargo que ocupa e começar a percorrer Pernambuco como pré-candidato.
Por enquanto nem mesmo ele é pré-candidato, pelo menos oficialmente.
A campanha do próximo ano promete.
Teremos a primeira mulher eleita para governar o Estado disputando a reeleição, contra um prefeito bem avaliado pela população e herdeiro político de Miguel Arraes e Eduardo Campos.
Teremos um verdadeiro clássico político, com mais emoções do que Santa e Sport, Náutico e Santa ou Sport e Náutico.

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