Aliada da governadora Raquel Lyra (PSDB) e do deputado Álvaro Porto, do mesmo partido, a oposição política de Brejão acredita que terá chances de recuperar o poder, em 2024, apresentando uma candidatura competitiva apoiada pelas principais lideranças estaduais.
Os principais nomes da oposição no município, que já se colocam como pré-candidatos, são o professor Paulo Moraes e seu parente próximo Jânio Moraes, que disputou a eleição passada sendo derrotado por Beta Cadengue (PSB).
Tanto Jânio quanto Paulo já exerceram mandatos de vereador e são fieis à oposição.
O que preciso é haver a unidade e esta vem sendo buscada, inclusive com a participação de deputados estaduais como Claudiano Filho e Álvaro Porto.
Os oposicionistas têm ao seu lado ainda o ex-prefeito Ronaldo Ferreira e o empresário Jandhuy Bezerra, embora este último esteja afastado de política.
O Governo de Brejão tem Beta Cadengue na prefeitura. Como já foi reeleita, não poderá mais ser candidata.
Uma das opções do grupo para disputar a prefeitura é o atual vice-prefeito Saulo Maruim.
Outra é o ex-prefeito Joseraldo, que recentemente recuperou seus direitos políticos.
Ele anda se movimentando politicamente e alguns acreditam que ele pode ser o preferido de Sandoval Cadengue, pai de Beta e maior liderança política do município.
Josinha Cadengue, neto de Josa Cadengue, que deu início ao poderio político da família em Brejão, também tem seu nome cogitado.
Caso o jovem não emplaque, os governistas terão de se decidir entre Saulo e Joseraldo.
Se algum dos grupos de dividir, o outro fica fortalecido.
A oposição apoia suas fichas nesse fator e na força de Álvaro e da governadora.
Sandoval sempre teve apoio forte do PSB, desde a época de Arraes, mas agora, com os socialistas enfraquecidos a nível estadual, aliados de Raquel Lyra vão dar tudo de si para reforçar suas bases no interior.




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