Em Capoeiras existe um cabaré
chamado de “Dama da Noite”, que está sendo muito frequentado, até por casados,
conforme relato de um site da cidade.
Recentemente, o prostíbulo
fez uma espécie de promoção inédita. Foi realizado um bingo ou rifa e o
vencedor teria o direito de dormir com uma determinada mulher que trabalha no
local.
Acontece que sete ou oito
pessoas foram premiadas, acertaram os
números da sorte. Aí, a funcionária do estabelecimento se recusou a transar com
tanta gente.
Resultado: o pau quebrou
literalmente, homens descontrolados saíram quebrando tudo, provocando muito
barulho e confusão.
O fato foi parar no programa
do sensacionalista Sikera Júnior, que, como é de se esperar, fez uma abordagem do
assunto sem nenhum senso crítico, somente explorando o episódio de maneira a
turbinar a audiência do seu programa.
É um fato lamentável.
Mulheres se submetem à prostituição muitas vezes por falta de alternativas de
sobrevivência.
O cabaré, creio eu, não pode
ser fechado, até porque deixaria algumas pessoas em dificuldade.
Mas as autoridades podem
intervir pelo menos para proibir um jogo em que o prêmio é o sexo das mulheres.
Isso aí é ultrajante e creio
configurar um crime.
O promotor, a juíza e o
prefeito que vai assumir os destinos do município podem dar um basta nisso, de
modo que a cidade não seja mostrada em programa nacional da pior maneira
possível.
Qual a diferença entre essa prostituição no cabaré e a prostituição usada em larga escala por eleitores de cidades nordestinas "vendendo o voto"? Eu somente vejo que a diferença básica é que quem vende o voto a um político está se prostituindo, apesar de não está levando rol@ literalmente, porém sempre leva em sentido figurado! Logo você que vende o voto, saiba que após vender seu voto, não adianta reclamar, pois a única coisa que o politico estará lhe devendo é a devida rol@d@ no seu toba.
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