Advogados informaram que o juiz da primeira Comarca de Família e Sucessões de São Bernardo do Campo, em São Paulo, errou
quando afirmou que a falecida esposa do ex-presidente, Dona Marisa
Letícia tinha R$ 256 milhões em investimentos.
De
acordo com os advogados do inventário de Marisa, ela tinha R$
26 mil em investimentos, mas o magistrado confundiu o valor
unitário de cada certificado com o valor unitário de debêntures de outra
natureza e acabou estimando um valor 10 mil vezes maior que o real.
A defesa
de Marisa esclareceu ao juiz o seguinte: “Não existe qualquer tipo de relação
entre os documentos constantes às fls. 394/427 e 428/468 (escrituras de emissão
de debêntures) com os CDBs (Certificados de Depósitos Bancários) de
titularidade da Sra. Marisa Letícia Lula da Silva, tampouco existe relação
entre tais CDBs e o valor nominal de R$ 100,00. Em razão da aplicação automática
de valores que estavam disponíveis na contracorrente que pertencia à D. Marisa
e que já haviam sido trazidos a estes autos, foi identificada a existência de
CDBs em nome da falecida, os quais, segundo extrato atualizado do Banco Bradesco,
correspondem à quantia (líquida) de R$ 26.281,74 (vinte e cinco mil, duzentos e
oitenta e um reais e setenta e quatro centos)”.
Os
advogados apresentaram para a Justiça uma imagem do extrato bancário com o que
seriam os reais investimentos de Dona Marisa.
O juiz Luiz Carlos Henrique Lisboa, responsável pelo processo do
inventário de Marisa, chegou a pedir explicações ao ex-presidente Lula sobre a
fortuna em aplicações da ex-primeira dama.
Fato foi noticiado em sites e jornais, replicada até por filhos
do presidente e agora se descobre que foi tudo um “enganozinho”.
A mulher morreu em 2017, mas parece que mesmo assim teimam em não deixá-la em paz.
*Algumas das informações do início da matéria foram reproduzidas do site MSN Notícias.

ERRAR É HUMANO. O IMPORTANTE É PASSAR A INFORMAÇÃO...
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