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sábado, 5 de janeiro de 2019

BONNER É CRITICADO POR "PRESTAR CONTINÊNCIA"


Está dando o que falar um gesto do apresentador Willian Bonner, num dos primeiros dias do ano, na apresentação do Jornal Nacional.
No final do JN, logo após a posse do presidente Jair Bolsonaro, o jornalista, conhecido pela sua aversão ao PT, levantou a mão a colocou próxima a cabeça, numa reverência muito parecida com a continência dos militares entre si.
Como não podia deixar de ser, a atitude do apresentador foi largamente comentada nos sites, blogs e nas redes sociais.
Para muitos, Bonner sinalizou que está de acordo com a nova ordem, um governo comandado por um capitão do exército e que tem sete ministros das forças armadas na sua equipe.
A Globo foi impiedosa com Dilma Rousseff e esteve à frente na campanha para derrubá-la. Agora, porém, tem feito uma cobertura simpática do novo governo, mesmo Bolsonaro sinalizando que prefere a Record ou o SBT.
William Bonner, ao prestar continência aos novos dirigentes do país, mostra que a Globo mais uma vez se curva aos homens de farda, como fez em 1964.
E Bolsonaro não está nem aí para a Globo, que apesar de forte e poderosa não tem um mínimo de decência.

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