domingo, 29 de abril de 2018

ASSOCIAÇÃO DOS ARTESÃOS CRITICA VEREADORES

A Associação Casa do Artesão de Garanhuns foi pega de surpresa na data de ontem com áudios divulgados pelo chefe de Gabinete da Vereadora Betânia, Luiz Roldão Sobrinho, em grupos de redes sociais e reproduzidos por bloggers. Esses áudios são atribuídos ao senhor Rinaldo Rodrigues, conhecido como Rinaldo “Passarinho”, onde este faz acusações gravíssimas sem nenhum fundamento contra a Casa do Artesão.

Antes de mais nada, a Casa do Artesão de Garanhuns jamais foi contactada, indagada ou mesmo propiciada a manifestação prévia acerca destes possíveis áudios, os quais na data de ontem já foram desmentidos pelo possível autor, aduzindo inclusive, que foi uma “armação”, com manobras de possíveis montagens de sua fala “sem contexto”, os quais somente as partes que possuem interesse nessa divulgação realmente podem esclarecer esses fatos.

Em primeiro lugar, é lamentável e entristecedor como se pretende jogar na lama o nome dos artesãos da cidade de Garanhuns, que tanto trabalham e se esforçam no seu trabalho diário para a realização da Magia do Natal.

Em segundo lugar, os Artesãos que participam da Magia do Natal repudiam a tentativa do taxamento da Associação de entidade “laranja” por parte da assessoria da vereadora Betânia, lamentando que este tipo de expediente tenha sido propagado de maneira irresponsável, leviana e criminosa, pois pretendeu criminalizar de forma ardil e caluniosa a atividade lícita desenvolvida pelos associados da Casa do Artesão da cidade de Garanhuns. O referido assessor ou a Vereadora Betânia em tempo algum visitaram os trabalhos desenvolvidos antes, durante e posteriormente para a Magia do Natal.

Em terceiro lugar, é necessário esclarecer que as atividades desenvolvidas pelos artesãos geram emprego e renda, emprego para mais de 50 (cinquenta) pais e mães de família que mereciam o mínimo de respeito por parte de agentes públicos, que estão mais preocupados em sujar com o nome de pessoas que lutaram para que fosse possível a realidade de viver dignamente nesta cidade.

Jamais a associação, seja pela atual presidência ou o seja pelas anteriores, permitiriam qualquer uso de sua imagem ou nome para possibilitar mal feitos com recursos públicos na elaboração da Magia do Natal, o que de forma lamentável se tentou passar para a população pela assessoria da vereadora Betânia. Pretender jogar toda a população contra os artesãos e acusá-los como fomentadores de desvios de recursos públicos é absurdo e irresponsável, atitudes estas que desde já são repelidas pela Associação e pelos artesãos que a compõem.

É de conhecimento público que a Sra Michele Régis e sua mãe dona Socorro Régis, colaboram com ideias e planejamento da Magia do Natal de forma voluntária, sem contudo terem qualquer influência financeira quanto ao gasto, eis que grande parte são para pagamento de valores relativos ao trabalho dos artesãos e na elaboração das peças para a Magia do Natal, como sua montagem e desmontagem. A intenção de atacar a associação é fomentar mais do que simples briga política, é realmente prejudicar, causar desempregos e jogar várias famílias na lamúria e na desonra de assistir o seu nome manchado.

A Associação produz e tenta com todos os esforços realizar o maior evento da cidade de Garanhuns, não queremos nem pretendemos que os recursos repassados para esta associação não sejam fiscalizados, ao contrário, defendemos que esta fiscalização seja feita, mas de maneira séria, responsável e com intuito de demonstrar que os recursos são gastos dentro do que a estabelece a Lei.

Palavras ditas e desmentidas pelos próprios interessados que participaram da trama criminosa de caluniar os artesãos e a Associação, devem e serão levadas ao judiciário, já que com a certeza e verdade que nenhum artesão participou de atos ilegais e afrontosos a Lei.


Lamentavelmente agentes públicos que se pensam defensores do povo, em verdadeiro discurso tentaram jogar a população contra o evento da Magia do Natal e os próprios artesãos, sem terem o mínimo de apreço e cuidado com que tratam as instituições e os cidadãos que a compõe, pois o seu único interesse é particular e nunca com a coletividade.  

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