domingo, 16 de junho de 2013

BRASIL, ITÁLIA E ESPANHA SAEM NA FRENTE



O Brasil estreou bem na Copa das Confederações, vencendo bem o time do Japão por 3 x 0. Neymar, que jogou na seleção o futebol que o consagrou no Santos, foi o destaque, marcando um lindo gol. O primeiro da partida. Outros jogadores se destacaram como Paulinho, autor do segundo tento do jogo, assim como Oscar, Hulk, Daniel e Jô, que entrou no segundo tempo e fez o terceiro, já nos descontos. Todo o time foi bem, talvez somente o Fred ficou devendo um pouquinho desta vez. Mesmo os japoneses sendo inocentes, meio fraquinhos, não resta dúvida de que o time de Felipão vem evoluindo e é um dos favoritos para vencer a competição.

Outro campeão do mundo, a Itália, foi melhor do que o México e mereceu a vitória por 2 x 1. Andrea Pirlo e Mário Balotelli, os dois destaques do time,  fizeram os gols que definiram a partida. A tática dos mexicanos de se fechar e tentar chegar nos contra-ataques não funcionou e os italianos, que não venciam os adversários há 20 anos saíram de campo comemorando o triunfo.

Em São Lourenço da Mata, na Arena Pernambuco, tivemos o melhor jogo da Copa até o momento. A Espanha, campeã do mundo em 2010, envolveu o Uruguai a maior parte do tempo, chegando na primeira etapa a ter 80% da posse de bola. Os espanhóis finalizaram mais de 15 vezes, contra apenas quatro tentativas dos uruguaios. Pedro e Roberto Soldado marcaram os gols da fúria, no primeiro tempo.  Os sul americanos fizeram um gol belíssimo, na segunda etapa, numa falta cobrada com perfeição por Suárez. Mas o resultado de 2 x 1 não traduziu a superioridade dos europeus dentro de campo.

A Espanha jogou um futebol tão vistoso que a torcida pernambucana, no começo totalmente favorável ao Uruguai se rendeu ao toque de bola dos campeões do mundo e terminou aplaudindo o time, possivelmente o maior adversário do Brasil na luta para conquistar a Copa das Confederações. (FOTOS: UOL/Lance Net).

Um comentário:

  1. O time do Brasil poderia ter feito mais gols e ter um melhor aproveitsmento em campo se não fosse a palhaçada e o "teatrinho ridículo de NEYMAR", em querer aparecer mais que os outros, simulando faltas inexistentes, e pousando para as cãmeras, sem falar na babação irritante de Galvão bueno e cia.
    Quero ver quando o Brasil perder de outras seleções melhores qual desculpa o jogador "ARTISTA", vai dar aos torcedores.
    Renam

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