Isso aconteceu recentemente no interior de São Paulo, com repercussão no mundo digital.
A escola paulista não chega a impedir a retirada dos alunos, mas restringe a entrada nas dependências do colégio com determinadas vestimentas.
Medida teria sido adotada após algumas mães demonstrarem desconforto com roupas usadas por outros responsáveis nos horários de entrada, saída e reuniões.
O blog apurou que não existe nenhuma lei proibindo mães ou responsáveis de buscarem seus filhos na escola vestindo roupas curtas.
Juridicamente, as escolas não têm o poder legal de controlar as vestimentas de visitantes ou familiares na portaria, embora episódios de circulares polêmicas e proibições sem amparo da lei viralizem na internet.
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e especialistas em direito civil apontam que proibir a entrada de uma mãe com base em suas roupas é uma medida discriminatória e ilegal.
O regimento ou estatuto da escola serve para organizar a rotina pedagógica e os trajes dos alunos, mas ele não se aplica aos pais e cidadãos comuns que frequentam o espaço público ou a recepção.
Advogados sustentam que se uma instituição impedir fisicamente uma mãe de pegar o próprio filho por conta de um short curto ou roupa de academia, ela (a escola) comete constrangimento ilegal e pode ser processada por danos.
Que absurdo? Por que não ensinam prostituição nas escolas né mesmo?
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