É um direito seu, embora não viva a realidade da cidade e desconheça a história do FIG.
A sua fala a meu ver teve dois problemas: ignorou a boa programação de teatro e não levou em conta que a municipalização do evento, em 2024, aconteceu porque o festival organizado pelo estado, no ano anterior, teve a sua pior edição.
O político de esquerda reduziu a discussão ao que chamou de briga entre o prefeito Sivaldo Albino e a governadora.
Não vejo os dois brigando, embora tenham tido alguns desentendimentos pontuais, mas nunca um desrespeitando o outro.
A programação do Festival de Inverno deste ano não tem nada a ver com a disputa eleitoral, com Raquel Lyra ou João Campos.
Evento continua forte, gigante, com espaço para artistas locais, regionais e nacionais.
E não se limita a Praça Mestre Dominguinhos, são 20 polos, incluindo teatro, música instrumental e erudita, forró, palco pop e da cultura popular, além de cortejos pelas ruas da cidade.
Pela fala de Jones Manoel não tem nada disso no FIG.
Faz um discurso em que bate no prefeito, na governadora e em João Campos.
Todos estão errados e só ele está certo?
Marília Ferro, artista garanhuense, gravou um vídeo em que critica quem está só atrás de likes, de olho no calendário eleitoral.
Ela tem autoridade pra isso. Saca de cultura, sabe tudo da cidade e conhece a história do Festival.
A crítica é necessária e até pode ajudar, desde que não seja feita de maneira superficial e com mero interesse político/eleitoral.

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