Normalmente questões que envolvem as religiões costumam causar polêmica.
É o caso da fala da promotora de justiça Elayne Christina da Silva, que não aceitou uma oração feita por evangélicos durante um evento em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro.
Um grupo de advogados de direita divulgou nota repudiando a atitude da promotora.
Janaína Paschoal, que ficou conhecida durante o processo de impeachment de Dilma, também se posicionou contra Elayne.
Os crentes fazem sua cantinela nos ônibus, nas ruas, nos hospitais e outros locais.
Pastores ficam milionários explorando a fé de pessoas pobres.
Mas uma promotora de justiça tem de aceitar uma oração feita por pessoas de uma religião que não é a sua?
O estado é laico, não se deve impor dogmas religiosos a ninguém, seja na escola, no trabalho ou em eventos públicos.

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