DECISÃO DE JUÍZA É QUESTIONADA E MINISTÉRIO PÚBLICO VAI RECORRER

A decisão da juíza Elizabeth Machado Louro, que concedeu perdão judicial a Monique Medeiros (mãe do menino Henry Borel) durante o julgamento do caso no Rio de Janeiro causou muita polêmica

Sentença gerou forte repercussão pública e revolta pelos seguintes pontos:

Os jurados decidiram desclassificar a acusação principal contra Monique de homicídio doloso (com intenção de matar) para homicídio culposo.

A juíza aplicou o perdão judicial, extinguindo a punibilidade pelo crime de homicídio. 

Monique foi condenada apenas a 1 ano e 4 meses por omissão de tortura, pena já considerada cumprida pelo tempo em que ficou presa preventivamente.

Na sentença, a juíza justificou a decisão afirmando que Monique já sofreu um castigo severo demais.

Magistrada destacou que a ré sofreu agressões na prisão, um "massacre nas redes sociais" e foi vítima de uma cobrança social desproporcional e misógina, exigindo dela uma postura de "mãe perfeita" que não seria cobrada de um pai.

O Ministério Público e assistentes de acusação discordaram da decisão e anunciaram que irão recorrer. 

Segundo o principal advogado da acusação, a juíza criou uma verdadeira "aberração jurídica", ao perdoar o crime alegando misoginia.

2 comentários:

  1. U[e cadê a costumeira defesa do "Feminazismo" presente nesse blog? Essa juiza é uma "feminazista" militante reconhecida!!

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  2. Na pratica a Juizeca feminazista atestou o direito de toda vagabunda assassinar os filhos quando esses as impedirem de viver na releta de pica!

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