Fotos foram relacionados a um roubo de um telefone celular, em janeiro de 2025, no bairro do Pina, na capital pernambucana.
Dificilmente uma das parlamentares estava no Recife neste dia.
Uma é mineira e a outra paulista e se dividem entre seus estados e o trabalho em Brasília.
Erika e Duda tomaram conhecimento do fato através de um ofício enviado ao gabinete delas pela Defensoria Pública do Estado.
No comunicando a Defensoria levanta a hipótese da prática de crimes de racismo e transfobia.
As deputadas reagiram à incriminação estapafúrdia e cobraram explicações do Governo de Pernambuco.
A Polícia Civil de Pernambuco divulgou, através de nota que apura rigorosamente os fatos e que todas as medidas cabíveis estão sendo adotadas.
O órgão do governo disse que mantém diretrizes e protocolos contínuos para orientar a atuação dos servidores, com foco em uma conduta ética e responsável.
Direção da polícia garantiu que repudia qualquer prática de preconceito ou discriminação.
E, por fim, reforçou o compromisso com "a dignidade humana, o cumprimento da lei e o atendimento igualitário à população".
Em janeiro deste ano a Polícia Civil de Pernambuco se envolveu em denúncia de espionagem contra servidores da prefeitura do Recife, com o objetivo de atingir o prefeito João Campos.
O caso atual, apesar de menos grave, teve repercussão nacional, por envolver duas deputadas federais combativas, conhecidas em todo o Brasil.
Por coincidência (será?) as duas são mulheres trans. E Erika além do mais é negra.

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