Para o parlamentar, é só uma questão de tempo para que o trabalhador ganhe pelo menos mais um dia de descanso.
Como em outros momentos da vida nacional, a modificação das leis trabalhistas divide opiniões.
Os críticos do fim da escala 6 x 1 apontam prejuízos à economia, quebradeira, desemprego.
Quem defende mudança não vê nada disso.
Setores progressistas lembram que sempre foi assim: na luta pelo fim da escravidão, na redução da jornada de trabalho, em 1943, quando se instituiu o 13º salário e as férias remuneradas.
Em todas essas ocasiões falaram em quebradeira e isso nunca aconteceu.
O presidente Lula já se posicionou por uma escala de trabalho mais flexível e o presidente da Câmara, Hugo Mota, enviou uma proposta para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que irá debater as mudanças.
Há quem defenda propostas mais radicais, porém os mais pragmáticos acreditam que já seria um avanço, no momento, aprovar um projeto instituindo a escala 5 x 2.
Caso esse novo modelo seja adotado, futuramente, o trabalhador trabalharia cinco dias, com direito a dois de descanso.

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