O juiz federal Ubiratan de Couto Maurício, atendeu liminar em ação popular movida pelo vereador do Recife Tadeu Calheiros e suspendeu edital do Centro Acadêmico do Agreste, da UFPE, em Caruaru, que previa a criação de uma turma de Medicina destinada exclusivamente a 80 integrantes de assentamentos da reforma agrária e comunidades quilombolas.
O reitor da Universidade, Alfredo Gomes disse que a proposta de criação de uma turma extra de graduação em Medicina seria ofertada através de vagas supranumerárias, tendo sido aprovada pelo Conselho Superior da UFPE, por meio da Resolução nº 1 de 29 de julho de 2025.
"Essas vagas são específicas de uma Turma Extra que foi criada exclusivamente para esse fim, dentro da autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial prevista no Artigo 207 da Constituição federal e não afetam as vagas já oferecidas regularmente pela UFPE por meio do Sistema de Seleção Unificada", explicou.
Segundo ele, a criação desta turma especial não interfere na distribuição regular de vagas da universidade que já existe fluxo de funcionamento definido na instituição via SISU.
Reitor informou que a Universidade Federal de Pernambuco vai recorrer da decisão do juiz em todas as instâncias.
Os políticos vinculados a direita, caso do vereador que entrou com a ação e do deputado federal Mendonça Filho, são contra a turma extra que beneficia agricultores.
Para esse pessoal, apenas os filhos da elite podem cursar medicina.

Kkkkkkkkk anota ai! Vai ter medico dirigindo UBER ate o final do governo L de ladrão
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