RAQUEL ASSINA AUTORIZAÇÃO DE EMPRÉSTIMO E ÁLVARO COBRA EFICIÊNCIA


A governadora Raquel Lyra (PSD) assinou, nesta terça-feira (16), a lei que autoriza a contratação de empréstimo no valor de R$ 1,5 bilhão junto a instituições financeiras. 

Durante a solenidade, que contou com a presença de deputados estaduais, a governante disse que os recursos serão destinados a obras de infraestrutura com impacto direto na mobilidade, na geração de empregos e no fortalecimento da economia pernambucana. 

Entre as intervenções prioritárias, segundo ela,  estão o Arco Metropolitano e a duplicação da BR-232, que devem destravar gargalos históricos da malha viária do Estado e melhorar a qualidade de vida da população.

A lei sancionada por Raquel Lyra foi aprovada no último dia 10 de setembro pela Assembleia Legislativa de Pernambuco. 

Estavam presentes assinatura os deputados estaduais Nino de Enoque Cleiton Collins,  Doriel Barros,  Izaías Regis,  João Paulo,  Adalto Santos; Luciano Duque,  William Brigido e Socorro Pimentel, líder do governo na Alepe.

Também prestigiaram o ato os deputados Gustavo Gouveia,  Wanderson Florêncio,  Joaquim Lira,  Joel da Harpa,  Danilo Godoy,  Roberta Arraes; Jeferson Timóteo,  Renato Antunes,  Claudiano Filho,  ⁠Romero Sales filho,  Henrique Queiroz Filho,  Antônio Moraes,  Jarbas Filho e Doriel Barros. 

ÁLVARO PORTO

Uma declaração da governadora Raquel Lyra de que a oposição causou prejuízo ao andamento de projetos importantes,  devido à demora para aprovação do empréstimo de R$ 1,5 bilhão, gerou reação do presidente da Assembleia Legislativa, Álvaro Porto (PSDB).

Parlamentar enviou uma à imprensa sustentando que o atraso da gestão estadual vem desde o início, em 2023. 

“O atual governo, como se sabe, vem terceirizando responsabilidades desde que assumiu. Já jogou culpa nas costas da gestão anterior e agora acusa a oposição. De proveitoso nessa narrativa só mesmo o fato de que Pernambuco precisa e espera, de verdade, que a gestão corra atrás do prejuízo. 

Álvaro completou que "depois de dois anos e quase nove meses, o que se vê é atraso, ineficiência e incapacidade de fazer até mesmo licitações. O Estado vive hoje entre anúncios e manchetes, enquanto o povo quer ação e entregas".

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