COMO DIRIA O JÚNIOR IRMÃO DA SANDY: "ANISTIA É UM C******


A intensa mobilização feita esta semana, principalmente pelas redes sociais, contra as propostas imorais em pauta no Congresso, lembra a Campanha das Diretas, de 1984.

Em meados de 80 a ditadura ainda sobrevivia, mas a população brasileira estava ansiosa pela volta à democracia.

Comandado pelo MDB, partido que fazia oposição ao regime militar, um movimento gigantesco tomou conta do país e comícios atraíram milhões de pessoas às principais cidades do país, como São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Salvador.

Emenda a favor das eleições diretas não foi aprovada, mas as manifestações de rua terminaram por sepultar o regime, já combalido.

Ainda em 84 a Câmara elegeu a chapa Tancredo e Sarney para governar o Brasil e desde então temos respirados ares democráticos.

Nesses 40 anos de democracia o povo brasileiro elegeu dois personagens que foram perseguidos pela ditadura: Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva.

Há, no entanto, os que defendem governos autoritários, capazes de sufocar os anseios populares, reprimir manifestações legítimas, calar a imprensa e sufocar as liberdades.

Contra esses é preciso lutar.

É o que se faz neste momento, com o chamado do povo às ruas para protestar contra a tal PEC da Bandidagem e o projeto de dar anistia a quem tocou o terror em Brasília no início de 2023.

Como na campanha das diretas, artistas, intelectuais, jornalistas comprometidos com o povo, apoiam as manifestações marcadas para este domingo.

De forma pacífica, vamos todos dizer não aos que pregam o retrocesso e a aprovação de privilégios inaceitáveis.

Neste instante da vida nacional, o lugar do povo é nas ruas, para pressionar deputados e senadores, fazer essa gente ter um mínimo de vergonha na cara.

Como diria o Júnior, o irmão da Sandy, "anistia um caralho"!

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