Por Homero Fonseca*
1 - Sempre que citar o Hamas referir como grupo terrorista.
2 - Sempre se referir ao exército de Israel como Forças de Defesa de Israel.
3 - Sempre que divulgar qualquer tipo de baixa, sobretudo morte de bebês, crianças, civis em gerais, destruição de hospitais, ressaltar que essa informação não pôde ser confirmada por fonte independente.
4 - Em imagens e textos sobre destruição na Faixa de Gaza, não associar o nome Estado de Israel aos eventos. Exemplo: Desde o início da guerra, morreram 8 mil palestinos. (NUNCA: Desde o início da guerra, os israelenses mataram 8 mil palestinos.)
5 - Sempre classificar os ataques de Israel como resposta aos atentados terroristas do Hamas em 8 de outubro.
6 - Nunca dar voz a nenhum terrorista do Hamas.
7 - Ao citar o Hezbollah, informar tratar-se de grupo terrorista financiado pelo Irã.
8 - Editar, sem comentários, as falas de Netanyahu e demais governantes israelenses.
9 - Ao noticiar deslocamento de tropas, navios etc. e quaisquer ações bélicas dos EUA acrescentar que tais movimentos, segundo o presidente Joe Biden, visam contribuir para a paz no Oriente Médio.
10 - Esse protocolo deve ser cumprido por apresentadores (as), repórteres e comentaristas, sem exceção.
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Obs.: Este documento é uma peça de ficção. Qualquer semelhança com redes reais de televisão NÃO terá sido mera coincidência.
*Homero Fonseca é jornalista e escritor consagrado.

Não precisa ser muito ou nenhum EXPERT no assunto, mas de cara já se percebe que esse jornalista é um daqueles canhotinhas que joga no time dos "incarnados"...
ResponderExcluir11 - Sempre que for conversar merda sobre Israel, lembrar que cerca de 60% dos Nordestinos são descendentes de Judeus Sefaraditas, dai o Chapéu de couro em formato de Quipá com adornos em Exagrama(estrela de seis pontas), dentre vários outros traços culturais herdados pelos nordestinos e que foram esquecidos devido a imposições da igreja Católica!
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