Também são atingidos pelo decreto os secretários municipais, diretores de órgãos, além de cargos de comissionados. Medida prevê também a adoção de medidas para redução de, no mínimo, 30% das despesas de custeio da máquina pública.
O salário da prefeita foi reduzido em 20% de o do em 15%. Secretários, diretores/presidentes/superintendente de autarquias e fundações públicas, tesoureiro do município, perdem 13%. Cargos em comissão com valores superior a R$ 3 mil terão redução salarial de 8% e os demais ocupante de cargos de confiança vão ganhar 5% a menos.
A prefeita de Serra Talhada não é a primeira a fazer cortes de despesas, devido a queda das receitas. Em Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste de Pernambuco, o prefeito já tinha tomado medidas semelhantes.
Na Paraíba pelo menos uma dezena de prefeitos assinaram decretos cortando custos.
Em Campina Grande, maior município do interior paraibano, o prefeito Bruno da Cunha Lima, no mês de setembro foi drástico: diminuiu o salário de todos em cargos de comissão no Poder Executivo e demitiu o extravagante número de 9 mil servidores.
Há informações que a perda de receitas se deve a medidas tomadas no governo anterior. O presidente Lula se comprometeu que o FPM das prefeituras não seria inferior ao do ano passado. Mas pelo vista não houve recuperação até o momento, obrigando prefeitos e prefeitas a essas medidas, que por fim prejudicam muita gente.

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