quinta-feira, 25 de outubro de 2012

PESQUEIRA, CHÃ GRANDE E GARANHUNS

Os times de Pesqueira e Chã Grande estão classificados para a primeira divisão do Campeonato Pernambucano em 2013. O primeiro conseguiu o acesso vencendo a Cabense fora de casa, por 1 x 0. O segundo derrotou o Olinda pelo mesmo placar, jogando em seus domínios e ficou com a vaga.

O Campeonato Pernambucano já tem na série A times de Caruaru, Santa Cruz do Capibaribe, Salgueiro e Petrolina. Agora outras duas equipes interioranas vão enfrentar os grandes da capital.

Pesqueira tem segundo o IBGE 62.931 habitantes. Chã Grande, na Zona da Mata, tem uma população de apenas 20.137 moradores. Na verdade é um Chã Pequeno.

Mas está na elite do futebol estadual, enquanto Garanhuns, com mais de 130 mil habitantes, que fez bonito no início da década passada, com a AGA, fica de fora dessa festa. O Sete de Setembro, que participou da segundona, mais uma vez ficou pelo meio do caminho. Aqui precisa mudar muita coisa mesmo, inclusive no futebol.

Seria interessante que os desportistas garanhuenses procurassem descobrir os segredos de Chã Grande e Pesqueira para chegar ao sucesso. (Na foto o centro de Chã Grande, a cidadezinha que classificou seu time para a primeira divisão do pernambucano).

5 comentários:

  1. Chama-se ORGANIZAÇÃO E PLANEJAMENTO.

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  2. Não esqueça que a Ciadade de Belo Jardim também tem um representante no campeonato pernambucano!

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  3. acho que vc discriminou a cidade chamando de cidadizinha,não sou de la e nem sou de Garanhus, mais moro aqui a 15 anos, talvez vc não saiba como jornalista, mais deveria saber quem patrocina o Chã Grande e o colégio Decisão, em vez de falar o que não sabe deveria se informar com um bom jornalista deveria

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  4. Não foi intenção discriminar, caro Paulo. A realidade é que Garanhuns é uma cidade de porte médio, com 130 mil habitantes, Recife é grande, tem mais de um milhão, e Capoeiras, onde nasci e Chã Grande são cidades pequenas de apenas 20 mil habitantes. O fato da cidade ser pequena não significa ser pior. Não troco nenhuma das cidadezinhas do meu Agreste pela loucura gigantesca de São Paulo.

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