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terça-feira, 23 de julho de 2019

UNIÃO DE CÂMARA E IZAÍAS É VISTA COM DESCONFIANÇA



Sivaldo Albino (PSB) bateu muito na gestão de Izaías (PTB), no primeiro mandato do atual prefeito.

Petebista sempre procurou dar o troco e foi um crítico duro do socialista.

Prefeito de Garanhuns também sempre partiu para o enfrentamento ao governador do Estado, Paulo Câmara, não poupando ele nem durante o Festival de Inverno, como aconteceu em 2018.

Este ano, porém, governador, prefeito e deputado resolveram “fumar o cachimbo da paz”.

Izaías fez elogios a Paulo Câmara pela imprensa. Agradeceu pela boa programação do Festival deste ano e a gentileza foi devolvida pelo governador que visitou o seu camarote, acompanhado do deputado Sivaldo Albino.

Nem todos, porém, gostaram da aproximação dos adversários, que se digladiam há três ou quatro eleições.

Gláucio Costa, radialista de prestígio que apresenta um programa de grande audiência na Rádio Marano, estranha a aproximação do governador com o prefeito e chegou a expressar esse sentimento no microfone.

Outro garanhuense que acompanha a política local há muitos anos, Marceu Nogueira, Secretário de Governo na gestão de Luiz Carlos e irmão do prefeito de Calçado, Expedito Nogueira, vê com desconfiança uma possível aliança do governador com o prefeito.

Na sua imaginação, pode estar se projetando um grande acordo com Silvino Duarte disputando a prefeitura, apoiado por Izaías Régis e Paulo Câmara.

Luizinho Roldão, que esteve na casa de Sivaldo Albino, no final de semana, para um jantar com a presença do governador, disse ao blog que respeita o gesto de civilidade de Paulo e de Sivaldo.

Ele, porém, adianta que foi a casa do deputado porque está no mesmo campo político dele, mas deixa claro que não visitaria o camarote do prefeito. “Nada pessoal. Apenas acho que ir à casa do adversário é esquecer todas as críticas que foram feitas e endossar as irregularidades denunciadas, algumas sob investigação do Ministério Público e Tribunal de Contas”, comentou.

Se estiver em marcha um grande acordo político em Garanhuns, é preciso lembrar que essas grandes alianças nem sempre dão certo. Aqui mesmo no município chapas que pareciam imbatíveis foram derrotadas fragorosamente, porque os políticos esqueceram de combinar com o povo suas manobras.

Assim foi em 1963, quando Amílcar derrotou uma ampla aliança em torno de Petrônio Fernandes, e em 1992, quando Bartolomeu Quidute venceu a dupla José Tinoco/João Inocêncio, considerada favorita para vencer o pleito.

Em São João, em 2012, as duas maiores lideranças do município à época, Pedro Barbosa e Antônio de Pádua, se uniram com seus grupos para apoiar o advogado Nelsinho. Deu errado, Genaldi Zumba, chamado de mandioqueiro, venceu a eleição e se reelegeu quatro anos depois, com folga.

Um comentário:

  1. ISSO SE CHAMA POLITCA! O IMPORTANTE É GARANHUNS TER ALGUÉM CAPAZ DE FAZER A CIDADE CRESCER E SE DESENVOLVER ,GARANHUNS ACIMA DE TUDO E DE TODOS!

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