O fim das plataformas freia o endividamento acelerado de milhares de lares, evita que recursos essenciais para alimentação, contas básicas e o sustento familiar sejam perdidos em apostas ou cassinos virtuais (como o "jogo do tigrinho").
Especialistas em dependência química apontam que a remoção dos sites do ar reduz os gatilhos para o transtorno do jogo compulsivo (ludopatia), que vinha crescendo de forma alarmante no país.
O fim das bets vai prejudicar setores poderosos da mídia, veículos de comunicação que não se preocupam com a saúde pública e a derrocada financeira de famílias inteiras, porque visam apenas o lucro.
Estrelas como o jogador Neymar e Virgínia Fonseca, que ganhavam muito dinheiro dessas empresas virtuais, também vão perder uma boa fonte de renda.
Mas esses já estão muito ricos, o prejuízo deles não é nada demais, porque será em benefício de milhares ou mesmo milhões de pessoas.
A choradeira dos clubes de futebol é ridícula.
Times tradicionais do Brasil, como Santos, Botafogo, Flamengo e Palmeiras se tornaram grandes muito antes de inventarem as bets.
Conquistaram os mais importantes títulos, assim como a própria seleção brasileira sem depender de casas da apostas.
Agora vir dizer que a proibição vai acabar com o futebol é uma afirmação cínica e ridícula.
Alguns acham que o presidente Lula tomou a medida de olho na eleição. Pode ser. De todo jeito, foi uma medida corajosa e necessária e se vai render voto por um lado, pode acarretar perdas por outro.
É que os setores prejudicados são muito poderosos e vão alimentar mais ainda o ódio contra o PT e sua política de favorecimento dos setores vulneráveis da sociedade.
Quem tem bom senso e se posiciona contra práticas que causam sofrimento e dor só pode aplaudir o fim dessas empresas que vendem ilusões, viciam e levam família inteiras ao desespero.

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