Participaram do programa os candidatos Humberto Costa (PT), Marília Arraes (PDT), Mendonça Filho (PL), Eduardo da Fonte (PP), Túlio Gadelha (PSD) e Paulo Rubem Santiago (Rede).
O deputado Túlio Gadelha acusou a candidata Marília Arraes de ser brigona.
Segundo o parlamentar, a neta do ex-governador Miguel Arraes já brigou com Renata Campos, com João Campos e com o Conselho de Ética do PT, quando era filiada ao partido.
Marília disse que caso seja eleita senadora, vai brigar muito por Pernambuco em Brasília.
“Sabe o que eu acho interessante? Quando uma mulher é firme nas suas convicções, quando uma mulher tá lá defendendo o que acredita, quando uma mulher é forte, ela é chamada de brigona, ela é chamada de complicada, ela é chamada de um monte de coisa.
A ex-deputada considerou a fala de Túlio machista e misógina.
O candidato do PSD conseguiu direito de resposta e procurou se vitimizar. E lembrou a campanha de 2022, quando, segundo ele, Marília não foi solidária a Raquel, quando da morte do marido da então candidata.
MÃOS DE TESOURA
Outro ponto alto do debate ocorreu quando o petista Humberto Costa partiu pra cima de Mendonça Filho, aliado de Bolsonaro em Pernambuco.
Humberto criticou duramente o adversário pela sua atuação como ministro da educação, no governo de Michel Temer e chamou-o de "mãos de tesoura".
Segundo Humberto, Mendonça prejudicou programas importantes da educação ao cortar verbas do Fies, o Pronatec e as cotas estudantis.
Mendonça Filho também foi confrontado por Marília Arraes, quando foi chamado de filhote do golpe militar de 1964.
Em outro momento do confronto, Mendonça Filho pressionou Eduardo da Fonte a responder quem ele apoiava como candidato a presidente da República.
Dudu não respondeu, preferiu dizer que é aliado da governadora Raquel Lyra.
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