Se Marília Arraes (PDT) conseguir manter a situação atual, e chegar ao dia da eleição na frente dos demais candidatos, irá assegurar uma cadeira no senado federal.
Em todas as pesquisas divulgadas - pelo Datafolha, Simplex, Real Time e Quaest - a representante do PDT lidera com folga.
Em alguns levantamentos chega a ter o dobro de votos do terceiro colocado.
Como são duas vagas no senado, mesmo sendo a segunda mais votada Marília seria eleita.
Além dos números favoráveis nas pesquisas, a candidata do PDT recebeu nos últimos dias adesões de peso, da parte de prefeitos pernambucanos.
Um desses apoios foi de Duda Lira (União Brasil), prefeito de Cupira, município do Agreste.
Outro apoio foi de Mary Gouveia, prefeita de Escada, cidade da Zona da Mata.
Essas adesões se somam a outras, como as de Carrapicho, prefeito de Tamandaré; Josafá Almeida, de São Caetano; Dr. Ruy, prefeito de Bonito; e Comandante Débora, vice-prefeita de Camaragibe.
Marília Arraes também é apoiada pelo prefeito de Garanhuns, Sivaldo Albino; o de São Bento do Una, Alexandre Batité; Caíque, de Angelim e Rivanda Freire, prefeita de Jupi.
O segundo colocado nas pesquisas para o senado é Humberto Costa (PT). A situação dele não é tão confortável quanto a de Marília, pois Mendonça Filho (PL) está bem perto do petista.
Tanto Marília quanto Humberto fazem parte do palanque de Lula e João Campos em Pernambuco.
Dos candidatos do palanque da governadora Raquel Lyra o mais bem situado é Eduardo da Fonte (PP), que briga com Mendonça pela segunda vaga.
Túlio Gadelha (PSD) tem números que não são animadores.
Na recente pesquisa do Instituto Quaest ele obteve apenas 3% das intenções de voto.

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